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terça-feira, 14 de junho de 2011

Rio!

Semana passada eu estive no Rio e noves fora as coisas importantes do evento, adorei voltar a passear no centro do Rio e em Niterói. Onde mais eu poderia visitar uma exposição com o tema de extraterrestres e obras interativas? As esculturas de ET's azuis que podiam ser abraçados e acendiam luzes quando todos os envolvidos tocavam a mesma parte do corpo do ET, é a cara do Rio! O que dizer do prazer de reunir todas nós na mais tradicional confeitaria da cidade, a Colombo? Ou arrastar todo mundo para um lanchinho na Beira-Mar, a melhor padaria de Niterói? Eu venho repensando muito o meu papel como professora da pós-graduação e venho tentando estabelecer algumas interseções em dimensões mais amplas, além da formação acadêmica restrita ao produto final. Eu entendo que ética, relações interpessoais, comportamento e cultura, não estão dissociados da formação do pesquisador. No lesco-lesco das nossas atribuições como orientadores, estamos preocupados com a coerência metodológica e as cobranças estruturais do trabalho científico, mas todo o resto se configura como elementos tangenciais no processo de formação. Por isso mesmo, acompanhar as alunas do Edumatec pelos corredores da UERJ, pelas ruas do Centro do Rio e ao Museu de Arte Contemporânea de Niterói, me fez perceber a nossa importância enquanto professores (quase mentores) em níveis muito mais amplos. Definitivamente, preciso de uma revisão interna urgente sobre tudo que eu pensava que sabia e que nunca pensei em colocar em prática!


# O ponto alto da viagem foi conhecer o meu amigo virtual (e professor de Física) Sérgio Lima, um fofo que encantou a todas nós. Aproveitei o momento e dei abraços bem apertados nele. As amygues da blogosfera vão morrer de tanta inveja (do bem, é claro)!

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Carnaval Carioca

Enquanto eu tento estudar, várias coisas acontecem ao mesmo tempo: início das atividades do semestre na EAD, elaboração de novas planilhas, preocupações práticas da viagem para Maceió, o último episódio de House e o carnaval carioca. Cazuza já cantou sobre as características dos cariocas e posso dizer que é tudo verdade. Nós não frequentamos os pontos turísticos da cidade e também não ficamos no Rio na época do carnaval, salvo situações de exceção, como o caso raro em que o primo-do-cunhado-do-noivo da amiga que trabalha na Globo consegue descolar um passe livre para os camarotes do sambódromo. Fora isso, nosso programa é muito mais light e civilizado, passamos h-o-r-a-s do nosso feriado de carnaval nos engarrafamentos intermináveis para um lugar com muito sol, praia, cerveja e... engarrafamento! Não é conversa de pescador nem exagero, já passei oito horas em um engarrafamento monstruoso de Búzios para o Rio (a viagem sem trânsito não leva mais do que duas horas). Oito horas intermináveis! Não me perguntem porque fazemos isso, é uma questão cultural. Ficar na cidade sem o passe livre para a passarela do samba é o destino dos perdedores, daqueles que não conhecem ninguém e não são convidados para nada. Bom mesmo é encher o carro com ventilador, colchonete, isopor e travesseiro e viajar para algum lugar na praia (mas serve outros cantos também, no desespero...). Por esta razão, o carioca começa o feriado de carnaval cada vez mais cedo. Antes a viagem era no sábado pela manhã, depois passou para a sexta-feira à noite. Como não adiantou muito, o pessoal passou a matar o trabalho na sexta e viajar na parte da manhã. Quando eu me mudei do Rio, o povo já estava viajando na quinta. É provável que agora estejam saindo na segunda, ou até mesmo uma semana antes! Dizem que o ano para o carioca começa depois do carnaval, e confesso que a perspectiva de trabalhar no carnaval provoca conflito no meu DNA cultural. O fato é que eu agora moro na praia, longe do carnaval já que a grande festa aqui é o São João. Não sei mais o que é um engarrafamento, chego na praia em cinco minutos e como uma peixada completa para quatro pessoas por vinte e três reais, contemplando o mar que não está poluído (ainda). Para completar o cenário, a única escola que eu vi desfilar na televisão foi campeã, com um enredo simples e lindo. Diante disso tudo, encontrar concentração para sentar e ler pela enésima vez o objeto de estudo da Geografia nas séries iniciais, me parece um desperdício...


# Será que os candidatos escrevem os textos dos dez pontos e decoram tudo? Se for assim, é preciso ter uma memória filha da puta, não? Eu consigo reter a idéia central do assunto e algumas referências essenciais, mas o resto, só escrevendo na hora... Afe, seja o que Deus quiser!

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