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sexta-feira, 13 de maio de 2011

Tecnologias Digitais na Educação

Em 2008, eu ainda estava trabalhando na UEPB e participei da organização do livro Tecnologias Digitais na Educação, publicado no mês passado pela editora da Universidade Estadual da Paraíba, EDUEPB. Tecnologias Digitais na Educação apresenta uma seleção de artigos que são resultado das monografias da primeira turma do curso de Especialização em Novas Tecnologias na Educação (turma 2008). O professor Robson Pequeno é o coordenador do curso e principal organizador do livro. Eu tenho quatro artigos em co-autoria com os meus orientandos: com Dalva Araújo, o artigo intitulado "O sociointeracionismo no contexto da EAD: a experiência da UFRN", com Graça Barros, o artigo "As concepções de interatividade nos ambientes virtuais de aprendizagem", com Mayam Bezerra, o artigo "Tutoria: Concepção e Práticas na Educação a Distância" e com Daniel Ricarte, o artigo "As novas tecnologias da informação e comunicação na perspectiva do ensino de Geografia". Parabéns ao meus queridos autores e, especialmente, ao Professor Robson por sua competência, dedicação e persistência. A espera valeu a pena!

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Primeiro Evento Como Professora da UFPE

A minha apresentação no I Fórum de Licenciatura em Computação da UEPB foi no último sábado, e contei com a participação dos meus ex-alunos Geneton e Janara para contar um pouco da nossa experiência aos participantes do evento. Voltando um pouquinho no túnel do tempo, o relato de experiência que apresentamos foi sobre a disciplina Hipermídias na Educação que ministrei em 2008.1. Meu coordenador pensava em um projeto para que os alunos pudessem atuar nas escolas públicas e como a ementa da disciplina era bastante flexível, elaboramos um projeto de pesquisa e intervenção. Os alunos se revezaram em dois grupos na escola e trabalharam com os alunos temas como linux, pesquisa na internet, uso de vídeos etc. Até aqui nada demais, mas o surpreendente foi que esta intervenção virou uma proposta permanente na escola a partir da criação do Ensino Médio Integrado com o Curso de Técnico de Computação, com ênfase em Programação. Meus ex-alunos que apresentaram a proposta comigo trabalham até hoje no curso, o primeiro da Paraíba. Fiquei toda fofa pelo sucesso dos meus queridos pupilos, por ter sido lembrada por todos eles com tanto carinho e por ser o meu primeiro evento oficial como professora da UFPE. Tanta fofura foi devidamente registrada em vídeo, afinal, estamos falando de hipermídias não é mesmo?

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Fórum de Licenciatura em Computação

Uma das minhas características (para não dizer defeito ou qualidade que depende do juízo de valor do momento) é gostar de participar da construção de projetos. Quanto menor e com menos estrutura melhor, porque acredito que com muito trabalho e comprometimento é possível transformar o que era apenas um potencial em sucesso. Durante os três anos em que estive como professora substituta do curso de Licenciatura em Computação da UEPB, sempre acreditei no potencial do curso e dos alunos. Quando eu passei no concurso da UFPE, a minha coordenadora disse que eu não esquecesse que fui da UEPB como outros professores costumam fazer. Eu achei engraçado, pois tenho muito orgulho de ter contribuído com a Universidade. No momento atual, o curso de Licenciatura em Computação deixou de ser patinho feio e virou cisne, foi reconhecido e está recebendo novos professores concursados. Com novos ventos soprando, fui convidada para participar do I Fórum de Licenciatura em Computação que será realizado nos dias 05, 06 e 07 de Novembro. Sempre é muito bom quando somos lembrados, principalmente depois que partimos para outros desafios. O meu tema é o projeto que realizei com os alunos na disciplina Hipermídias na Educação. Transformei a ementa em um projeto, os alunos foram executar atividades em uma escola Estadual e o resultado foi muito interessante, inclusive o que não deu certo. Por várias razões eu ainda não tinha escrito um artigo sobre o assunto, mas agora surgiu uma excelente oportunidade de colocar a proposta e os resultados no papel e publicar.O evento já tem mais de 200 inscritos, muita gente participando, temas para discussão sobre o software livre e inscrições gratuitas. É ou não é para ficar orgulhosa?

sábado, 15 de agosto de 2009

Câmbio, desligo

Fiz o pedido de desligamento oficial da UEPB ontem e aproveitei para colocar em dia as minhas últimas responsabilidades como professora da Universidade. Entre elas, estava a apresentação das monografias dos meus orientados do curso de Licenciatura em Computação. Como sempre, os momentos da defesa são recheados de agradecimentos, reflexões sobre as trajetórias profissionais e pessoais e sobre o próprio curso. Entretanto, diante do meu desligamento da Universidade, as apresentações foram ainda mais lacrimejantes. Felizmente, os trabalhos foram excelentes, muito além das exigências de um trabalho de conclusão de curso de graduação. Mérito exclusivo dos meus orientados, já que o final de semestre foi uma loucura, eles envolvidos com suas monografias e eu com a minha tese. Mesmo com a correria, conseguimos realizar uma produção interessante, vejam só o temas: o uso do GCompris como ferramenta de software livre para a educação (Wilkens Lenon), formação de servidores no uso do Software Livre com o Edux - ferramenta SL customizada pelos próprios alunos - (Henrique Pontes, na foto), e o uso do LiveMocha como plataforma para a aprendizagem de idiomas (Eduardo Dias). Todos eles merecem dar continuidade em suas pesquisas com publicação de artigos e projetos de mestrado. Depois da missão cumprida, tapinhas nas costas e parabéns, o chefe de departamento me disse que vão abrir novas vagas para concurso público e que eu deveria me inscrever. Não tive nem condições psicológicas, emocionais ou profissionais para responder, mas não pude deixar de pensar: sorry, baby, too late...

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Didática e o Ensino de Geografia

Esta semana finalizei o material da disciplina Didática e o Ensino de Geografia que eu e a professora Sônia Pimenta escrevemos para o curso de Geografia a Distância da UEPB e UFRN. Eu simplesmente a-do-rei o resultado da editoração, as imagens estão lindas e o trabalho é muito bem feito. O pessoal da UFRN abalou Bangu com seu bom gosto e idéias interessantes para melhorar a proposta do texto. Nós escrevemos doze aulas que são consideradas como uma publicação de livro. Embora o foco seja o professor de Geografia do segundo ciclo do Ensino Fundamental e o Ensino Médio, fiz questão de escrever uma aula abordando o ensino de Geografia nas séries iniciais. Pensei muito nos blogs das minhas colegas Sintian Schmidt e Teresinha Bernadete Motter e na sua contribuição para os professores do Ensino Fundamental (inclusive indiquei os links desses blogs no livro). Isto significa que a junção de diferentes mídias na aprendizagem não é um modismo ou um caminho alternativo, é realmente uma possibilidade de incrementar ainda mais os materiais que usamos em sala de aula, seja ela virtual ou presencial. Aliás, este é um processo interessante, os professores que elaboraram os materiais para a Educação a Distância estão utilizando os mesmos materiais com os alunos do curso presencial com sucesso. Já observamos indícios de que esta dualidade entre as modalidades presencial e a distância está se estreitando, aparecendo interseções e sobreposições que são muito bem vindas. Compartilho com vocês a versão preliminar da aula "A construção de conceitos nos primeiros anos do Ensino Fundamental", espero que gostem. Ah, sim, esta barrinha com figuras engraçadinhas logo abaixo serve para vocês opinarem sobre o post ou sobre o material. Deixe a sua opinião registrada!

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Encontro com Marco Silva

Ontem tivemos uma palestra na UEPB com o Professor Marco Silva, da UERJ, autor de vários livros sobre Educação e Avaliação Online. A palestra fazia parte do encontro dos coordenadores do Projeto Piloto de Administração da UAB. O tema "Sugestões de Qualidade em Educação Online" foi bem apropriado e fora as questões conceituais/semânticas (educação a distância ou educação online, ferramentas ou interfaces), destaco alguns pontos importantes para a nossa reflexão. Em primeiro lugar, a questão do desenho didático dos cursos, uma vez que a estrutura na qual os materiais são apresentados nos ambientes virtuais faz muita diferença na aprendizagem dos alunos. Recentemente, minha orientanda Graça Barros, aluna da especialização em Novas Tecnologias e Educação (UEPB), apresentou os resultados de sua pesquisa sobre interatividade nos ambientes virtuais, e a disciplina destacada pelos alunos como mais interativa era apenas a que estava melhor organizada na perspectiva da educação online. Não existe mistério ou solução mágica, basta estar inserido em uma cultura digital. E, justamente este ponto, foi apontado pelo Professor Marco como um divisor de águas: estar incluído digitalmente não significa necessariamente estar inserido na cibercultura. O conceito de cibercultura é muito mais amplo, e, de certa forma, está relacionado com as e-skills mencionadas por Cristobal Cobo. Outros dois conceitos interessantes abordados na palestra foram a multivocalidade (multiplicidade de pontos de vista) e a hipermídia (como convergência de vários suportes midiáticos abertos para novos links e agregações de várias linguagens). Enfim, boas reflexões que corroboram os caminhos que eu tenho escolhido até agora. Apenas uma divergência: o professor Marco acredita que a utilização do chat seja importante e indispensável, apesar dos professores não gostarem de utilizá-lo com freqüência. Eu não percebo o chat com esta relevância no processo porque não acredito que reproduza um determinado espaço da sala de aula. Talvez possa servir como um dispositivo para outros momentos, mas não o considero apropriado para uma discussão sobre algum tema específico ou conteúdo. Hum...Vou fazer algumas experiências no ambiente virtual de Licenciatura em Geografia e depois conto o resultado.


Ps: Quesito futilidade: definitivamente esta parede rosa do nosso auditório não favorece a beleza e o bom gosto de ninguém...Onde já se viu, uma parede chamar mais atenção do que o palestrante?

domingo, 29 de junho de 2008

A Educação a Distância como Componente Curricular

Apesar de todas as minhas pretensões de passar os feriados juninos de papo pro ar, comendo canjica e milho assado, a realidade foi bem diferente. Passei a semana inteira corrigindo trabalhos, lançando notas e socorrendo alunos retardatários desesperados. Li e comentei cento e dez trabalhos e três monografias de especialização. Este é o quarto semestre que leciono a disciplina Educação a Distância no curso de Licenciatura em Informática, no CCT/UEPB. Ao longo destes semestres, a capacidade dos alunos em desenvolver propostas para a EAD vem aumentando de forma significativa. Não que os alunos estejam necessariamente mais habilidosos, mas a compreensão sobre as possibilidades da EAD e o uso da tecnologia a favor da educação vem evoluindo ao longo deste (curto) tempo. A minha proposta para o curso também foi modificada, venho aperfeiçoando a apresentação dos conteúdos a cada semestre. A grande dificuldade é mostrar aos alunos como se apropriar das ferramentas para elaborar estratégias de aprendizagem. Eles conhecem as ferramentas muito bem, já que estão no quinto período e aprendem rapidamente a usar o Moodle. Porém, encontram dificuldades em desenvolver o hipertexto para apresentar um conteúdo, por exemplo. Pela primeira vez consegui utilizar uma Wiki com sucesso, mesmo tendo outras experiências até na pós-graduação. Além dos trabalhos desenvolvidos ao longo do semestre, eles tiveram dois momentos de avaliação: a criação de uma aula no ambiente virtual e o desenvolvimento de uma atividade através de qualquer ferramenta (animação, webquest, hipertexto, podcast,etc.). Surgiram propostas excelentes, com vídeo-aulas no Camtasia, animações em flash, slidecasts, enfim, uma série de materiais não apenas bonitos visualmente, mas muito bem estruturados pedagogicamente.Apesar de não ser novidade, o feedback na avaliação é uma ferramenta poderosa que realmente estimula os alunos. Pena que nós professores nos acostumamos a considerar a nota como elemento principal da avaliação. Fiquei muito animada com o resultado e já estou pensando em desenvolver estratégias ainda mais arrojadas para a próxima turma. Quem quiser dar uma olhada na estrutura do meu Moodle, é só clicar aqui.O curso Hipermídias na Educação pode ser acessado por visitantes, o código é ead.

sábado, 12 de abril de 2008

A Criação da Secretaria de Educação a Distância da UEPB

Ontem, no final da tarde, foi realizada uma festa para a inauguração da Secretaria de Educação a Distância da UEPB. Até então, os cursos a distância da Universidade estavam inseridos na Coordenadoria de Programas Especiais – CIPE. Com o crescimento da EAD na Universidade, os números de cursos e vagas foram ampliados, exigindo uma estrutura bem mais complexa para sua execução. Foi uma noite mágica, pois conseguimos receber nossos parceiros e convidados com uma energia positiva tão grande que era possível perceber, na atitude de cada um, uma enorme satisfação de estar ali presente.Foi ótimo receber Renato, Walmir, Alexsandro,que vieram de Recife para prestigiar nosso evento e, é claro, todos os nossos colegas da Universidade. Os representantes da UPE, nossos parceiros nos cursos a distância, foram protagonistas do evento junto com a nossa reitora. Eu já falei aqui, mas nunca é demais repetir, nós temos uma reitora que além de ser uma pessoa maravilhosa vem realizando ações em seu reitorado que mudaram a cara da Universidade nestes últimos anos. Além da elegância da festa, não tivemos o tradicional “bláblá wiskas sache”, e sim muita emoção, carinho e agradecimentos sinceros.Eliane (nossa coordenadora) se superou, organizando uma festa linda que refletiu todo o cuidado e dedicação com que realiza os projetos. Eu fiquei imensamente feliz, porque vi concretizado, em uma noite, todo o trabalho árduo e muita luta de três anos entre redação de projetos, preparação de planilhas e licitações.Para completar a nossa noite perfeita, recebemos a notícia, no momento da festa, que nosso curso de Licenciatura em Letras foi aprovado pelo MEC. Quem merece os parabéns por esta vitória é a professora Divanira Arcoverde, a mais fofa das professoras, e mentora intelectual da arrojada proposta para o Curso de Licenciatura em Letras. Foi ou não foi uma noite perfeita?

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