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terça-feira, 19 de janeiro de 2010

E-Learning e Horizon Report 2010

Esta semana duas publicações importantes sacudiram as redes que compartilham as discussões sobre educação e tecnologia. O livro STRIDE Handbook 8:E-Learning, da Indira Gandhi National Open University (IGNOU), traz uma reflexão interessante sobre várias ferramentas inovadoras e seu uso educacional. Segundo o texto de apresentação do e-book, o livro é um humilde esforço para colocar "aprendizagem" antes de "tecnologia". Nós acreditamos e entendemos que a infra-estrutura tecnológica por si só não é suficiente para o sucesso do e-learning. Portanto, temos estado envolvidos no diálogo, discussão e debate sobre as capacidades potenciais, pontos fortes e limitações das tecnologias em linha em programas educacionais. Outra publicação importante é o relatório Horizon Report 2010 que apresenta as principais tendências do uso das tecnologias na educação. As principais tendências anunciadas no relatório são: computação móvel, conteúdos abertos, livros eletrônicos, realidade aumentada, computação gestual e análise visual de dados. Por enquanto o relatório está disponível apenas em inglês, mas voluntários já estão se mobilizando para traduzir o material. Aguardem!

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

A Aprendizagem em Ambientes Virtuais


Durante este curto período de férias, aproveitei para fazer algumas leituras e buscas na rede sobre a questão do uso da tecnologia na aprendizagem. A dificuldade de aprendizagem dos alunos nos ambientes virtuais vem me inquietando bastante, principalmente porque eu não vejo muitas alternativas promissoras. Ao final de cada semestre, realizamos pesquisas com os alunos buscando pistas sobre os obstáculos que eles encontram durante o processo. Os resultados não são conclusivos e as respostas não nos dizem o que precisamos saber. Acredito que isso aconteça pelo fato de que os alunos ainda não consigam verbalizar as suas dificuldades (em relação ao uso das tecnologias) com clareza. Ainda existe muita confusão entre as dimensões pedagógicas do ensino presencial e a modalidade a distância. Sabemos que a ausência da cultura digital é um obstáculo no processo, mas será que estamos apresentando as ferramentas com a estrutura correta? Os ambientes virtuais de aprendizagem são um instrumento essencial, mas não estaremos fazendo o ambiente um fim em si mesmo? Quero dizer, será que o usamos apenas como um repositório de dados, ao invés de potencializar seu uso como um ambiente de criação e interação? Encontrei esta imagem sobre a evolução das mídias no blog do meu colega Cristóbal Cobo, e penso que ainda usamos o ambiente virtual no primeiro estágio, com algum envolvimento do aluno nos momentos de avaliação (que acaba não sendo um envolvimento espontâneo e sim coercitivo). Estou lendo o livro Buenas Prácticas de e-learning, organizado por Ana Landeta Etxeberría, da UDIMA (Universidad a Distancia de Madrid). São textos de vários autores e selecionei dois capítulos especialmente interessantes. Tenho refletido muito sobre o uso da tecnologia móvel na educação a distância e acredito que ela poderá ser um elemento diferenciador na aprendizagem, mas é preciso pensar em uma estratégia tanto tecnológica quanto pedagógica para colocar esta idéia em prática. Mas isso já é assunto para outro post.


Cap. 9 – E-Learning 2.0
Cap.17-Virtual Mobility: an Innovative Alternative for Physical Mobility?

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