Sim, eu sei que estou atrasada para comentar a data, mas fui atropelada pelo trabalho durante a semana. Além da minha desorganização na administração do tempo, qualquer coisa que eu escrevesse sobre o dia internacional das mulheres seria redundante, quem acompanha o blog consegue ter uma ideia do que eu enfrento como professora e mãe de três filhas. Aliás, o fato de ser mãe de três filhas (duas já moças e na luta para fazer valer os seus direitos) e professora do curso de Pedagogia tem reforçado bastante a minha percepção da necessidade de fortalecermos a luta pelos direitos das mulheres. Vale a pena ler os textos maravilhosos sobre a nossa luta em blogs como o da Srta Bia (a feminista lambateira tropical mais fofa da rede), o Blog da Lola e o da Cyntia Semíramis. Diante de tanta luta, é muito bom saber que a tecnologia e o compartilhamento de informações tem ajudado nas denúncias e na reafirmação do papel da mulher em nossa sociedade. O vídeo abaixo (vi primeiro no Blog do Mello) é inquietante demais e um exemplo de como precisamos fortalecer a nossa rede de compartilhamento, disseminação das informações e solidariedade.
sábado, 10 de março de 2012
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Liberdade de Informação

Está disponível, na versão em Português, o livro Liberdade de Informação: um Estudo de Direito Comparado de Toby Mendel, publicado pela UNESCO. Segundo a UNESCO, o livro tem tido papel importante ao auxiliar instituições públicas e privadas e os Estados-membros da UNESCO a lidar com a legislação sobre liberdade de informação. A obra apresenta uma visão geral de exemplos concretos de boas práticas nessa área e analisa a legislação sobre a liberdade de informação e o direito a informação de 14 países (quatro a mais em relação à primeira edição), entre Suécia, Uganda, Estados Unidos, México e Reino Unido, destacando aspectos positivos e problemas das leis em vigor ao redor do mundo.O estudo tenta ainda responder a algumas perguntas-chave, como qual seria o teor do direito a informação, se ele pode realmente ser classificado como um direito e como os governos podem aplicá-lo. Por fim, o autor faz uma análise comparativa das várias leis e políticas que dizem respeito ao direito fundamental a informação.