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terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Resultados da Quadrienal Capes: EDUMATEC (UFPE) e a Revista Em Teia


Estou de férias (merecidas férias), mas a montanha-russa de emoções com o resultado da quadrienal me alcançou, e foi com um alívio enorme que recebi a notícia da manutenção da nossa nota 5, arduamente conquistada na quadrienal passada. Atualmente, não estou na coordenação do Programa de Pós-graduação em Educação Matemática e Tecnológica, mas me sinto responsável por garantir que as coisas corram bem com o processo avaliativo do programa e, por esse motivo, colaborei na elaboração do relatório final. Não entendam mal o meu alívio, não é que eu pense que o programa não merecia uma nota 5, mas muita coisa pode dar errado no processo avaliativo. É necessário esmiuçar, decifrar e até mesmo adivinhar quais são os requisitos da área e, dependendo do humor de quem avalia, tudo pode ficar atravessado de uma hora para outra.

Fizemos tudo o que foi possível, porque o esforço sempre é coletivo, mas contar essa história é um desafio que precisa ser muito bem realizado. Caso contrário, ações preciosas, publicações importantes, projetos essenciais, colaborações fantásticas podem se tornar a aspiração mal-acabada de um grupo com um relato desconexo... Organizar as estatísticas, conversar com cada um, analisar as produções, entender a importância de cada ação, tudo isso é fundamental para que o relatório final traduza o imenso esforço individual e coletivo de uma pós-graduação.

Se eu acho justo esse processo? Nem um pouco, mas meu trabalho é entender como a máquina de moer pesquisador funciona e tentar dialogar com ela no mesmo idioma. E, claro, depois vir reclamar aqui, porque sou dessas que não engole o sapo, deixo que ele fique entalado na garganta e depois venho cuspir (ou escrever) aqui.

O outro resultado importantíssimo da quadrienal foi a nossa revista ter alcançado o estrato A4. Esse resultado está mais diretamente relacionado comigo ainda, pois estou como editora da revista desde 2019. Posso afirmar que esse é um dos trabalhos mais ingratos da nossa função; já tive vontade de sair gritando pela rua com as mãos para cima várias vezes por causa da revista. Meu fígado dá pinotes toda vez que a plataforma OJS3 não funciona, quando os avaliadores não respondem (ou são malcriados nas respostas e nos pareceres) e, sobretudo, quando os autores são incapazes de seguir as diretrizes da revista!

Felizmente, o processo é todo on-line, porque, se fosse presencial, eu já teria certamente saído no soco com alguém. Diferente da nota 5 do programa, que envolve aumento nos recursos financeiros, conquistar o estrato A4 não faz diferença nenhuma em termos financeiros ou operacionais, mas é um reconhecimento da nossa luta por manter a qualidade da revista e dos artigos publicados.

Começo 2026 com duas excelentes notícias e espero continuar trabalhando para que o programa e a revista melhorem cada vez mais! Agradeço a todo mundo que contribuiu e continua contribuindo para que possamos nos orgulhar do nosso trabalho.


quinta-feira, 22 de agosto de 2024

Lançamento de livros na semana de abertura do EDUMATEC

 Ontem fizemos o lançamento dos livros na semana de abertura das atividades do Programa de Pós-graduação em Educação Matemática e Tecnológica - EDUMATEC, no auditório do Centro de Educação da UFPE. Apresentamos os livros e conversamos sobre os processos de editoração de um livro, a necessidade de publicações qualificadas para o programa, possibilidades de criação de livros técnicos e outras questões que surgiram.

Além dos livros que eu já tinha divulgado aqui, tivemos também a apresentação do livro Letramento Estatístico no Contexto de Dados Reais, organizado pelos professores Carlos Eduardo Monteiro e Liliane Carvalho, ambos da Linha de Processos de Ensino e Aprendizagem em Educação Matemática. A apresentação que fizemos no lançamento está disponível a seguir para quem tiver interesse em conhecer os livros.

quinta-feira, 25 de agosto de 2022

Novo número da Revista Em Teia

Ainda vou escrever sobre as dificuldades de ser editora de uma revista científica, mas apesar de todo o estresse e cansaço, é uma lindeza quando vemos o trabalho concluído! Publicamos ontem o novo número da Revista em Teia (do Programa de Educação Matemática e Tecnológica – Edumatec, da UFPE) e fechamos a edição com treze artigos interessantíssimos. O número apresenta uma rica diversidade de temas, abordagens e metodologias. Os artigos abordam temas como robótica educacional, educação do campo, ensino de gráficos e tabelas, desenho geométrico, formação de professores e o uso de tecnologias digitais, quadrinhos no ensino de Matemática, educação inclusiva, modelagem, análise combinatória, etnomodelagem, ensino de estatística, ensino de frações e a teoria dos campos conceituais. Além da relevância acadêmica para os pares, os textos também são interessantes para os professores que buscam novos caminhos para o desenvolvimento da aprendizagem dos seus alunos e para auxiliar na construção de projetos de mestrado e doutorado, com sugestões de temas e percursos metodológicos detalhados. Os artigos estão listados a seguir com os seus respectivos links para acesso gratuito. Acessem, divulguem e boa leitura!

Uma proposta para trabalhar polígonos nas aulas de matemática por meio da robótica educacional

Elisangela Pavanelo, Henrique Maciel Cayres, Rogério Rodrigues dos Santos

10.51359/2177-9309.2022.251610

O ensino e a aprendizagem de gráficos e tabelas na educação básica a partir de uma revisão sistemática de literatura (2009-2019)9)

Jéssica de França Dourado Cruz, Joubert Lima Ferreira

10.51359/2177-9309.2022.252783

Tecnologias digitais na formação de professores

Vilma Luísa Siegloch Barros, Maria Clara Silva-Forsberg, Cilene Maria Lima Antunes Maciel

10.51359/2177-9309.2022.254215

As frações e a teoria dos campos conceituais: um mapeamento de trabalhos publicados em eventos

Rosangela Ramon, Nagmar Ferreira de Souza, Felipe Moraes Kurtz, Clélia Maria Ignatius Nogueira

10.51359/2177-9309.2022.251243

Educação matemática crítica e ensino de estatística: um estudo com professoras de escolas do campo

Gerlaine Henrique da Costa, Liliane Maria Teixeira Lima de Carvalho

10.51359/2177-9309.2022.254303

A transformação de um projeto de modelagem em um exercício de matemática

Ilaine da Silva Campos

10.51359/2177-9309.2022.249262

Desenho geométrico no ensino de matemática: uma proposta com o amuleto indígena filtro dos sonhos

Nickson Deyvis da Silva Correia, Viviane de Oliveira Santos, Erenilda Severina da Conceição Albuquerque

10.51359/2177-9309.2022.252918

Etnomodelagem: investigando articulações com a educação do campo

Luana Oliveira Moreira de Jesus, Zulma Elizabete de Freitas Madruga

10.51359/2177-9309.2022.253391

Contribuições da metodologia análise de erro para o ensino e aprendizagem da análise combinatória no ensino médio

Levy De Oliveira Coelho, Mônica Souto da Silva Dias

10.51359/2177-9309.2022.253725

Os números da robótica pedagógica aplicada à educação básica no brasil a partir de um mapeamento sistemático da literatura

Robson Souto Brito, Marcelo Sabbatini

10.51359/2177-9309.2022.253562

Processo de formação com professores que ensinam matemática para o uso de histórias em quadrinhos digitais no ensino de geometria

Nahara Morais Leite, Ana Beatriz Gomes Carvalho, Cristiane Azevedo dos Santos Pessoa

10.51359/2177-9309.2022.254400

Resolução de problemas do campo multiplicativo e surdez: uma revisão bibliográfica

Raquel Tavares Scarpelli, Claudia Coelho de Segadas Vianna, Silene Pereira Madalena

10.51359/2177-9309.2022.252631

A organização didática dos professores bilíngues marcada pelo seu habitus

Nadjanara Ana Basso Morás, Clélia Maria Ignatius Nogueira, Luiz Marcio Santos Farias

10.51359/2177-9309.2022.252801

 

terça-feira, 7 de dezembro de 2021

I Seminário Integrado - Propg UFPE

O I Seminário Integrado do projeto Aprimoramento dos Sistemas de Saúde e Educação de Pernambuco foi organizado para que mestrandos, doutorandos e pós-doutorandos apresentassem o andamento dos seus projetos de pesquisa. O projeto é executado em colaboração com as instituições parceiras (UFPE, UPE, UFRPE e UNICAP) e os seus respectivos programas de pós-graduação, em diversas áreas de conhecimento. As pesquisas estão maravilhosas e ouvir a apresentação de trabalhos tão inovadores fez minha alma acadêmica comemorar o fortalecimento da ciência. Porque é isso, queridos, o conhecimento científico não é um cientista louco gritando eureka! dentro de uma laboratório explodido... É um trabalho árduo com muitos tijolinhos que precisam ser alocados nos lugares certos para que a construção final mude a vida das pessoas. O Edumatec tem seis bolsistas envolvidos nesse projeto, três de mestrado e três de doutorado. O evento foi um sopro de energia, vivemos tempos difíceis e é preciso acreditar nas pessoas, na viabilidade das pesquisas e, sobretudo, na ciência!
 

domingo, 5 de setembro de 2021

Seleção Edumatec 2022


As inscrições para o processo seletivo de mestrado e doutorado do Programa de Educação Matemática e Tecnológica - Edumatec estão abertas e as informações podem ser encontradas no Edital de Seleção 2022. Temos algumas novidades na seleção deste ano: as vagas estão distribuídas por linha de pesquisa (o quantitativo está indicado no edital), a prova de idiomas será realizada remotamente sob responsabilidade da DRI/UFPE e será o primeiro ano com cotas para as ações afirmativas. Vou oferecer três vagas para o doutorado e duas vagas o para mestrado na linha Educação Tecnológica. Os temas pesquisados no Edumatec estão indicados no anexo do edital, é muito importante que os projetos tenham aderência aos temas pesquisados no programa. Elaborar um edital é muito trabalhoso, quase ficamos vesgas com tantos detalhes e todo o processo seletivo seguirá estritamente o que está escrito no edital. "Ah, mas e se tiver erro?" Faremos uma errata. "E se vocês mudarem de ideia em algum item?" Azar o nosso, só poderemos modificar alguma coisa no próximo ano. "Mas e se o Thanos estalar os dedos no dia da entrevista? Serei prejudicado?" Bom, aí o processo será cancelado até que os Vingadores resolvam, mas antes será necessário publicar um aviso no Boletim Oficial da UFPE e no site do Edumatec. Por isso, padawans, sugiro que os candidatos leiam com muito cuidado todos os detalhes do processo seletivo e confiram várias vezes a documentação necessária para evitar a eliminação da seleção. Parece óbvio, mas muitas pessoas são desclassificadas porque não leram o edital ou interpretaram equivocadamente as orientações. Ah, e pelamordoObi-Wan-Kenobi: não deixem para fazer a inscrição na última hora! Nunca, jamais, em tempo algum, confiem na conexão de vocês! Para acessar o edital, é só clicar nos links a seguir. Divulguem e que a força esteja com vocês! 

quinta-feira, 8 de julho de 2021

O I Encontro de Pesquisas Latino-Americanas sobre Educação e Cultura Digital

O I Encontro de Pesquisas Latino-Americanas sobre Educação e Cultura Digital acontecerá nos dias 12, 13 e 14 de julho, às 19 h, e será promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática e Tecnológica (EDUMATEC), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). 
Programação: 
 Dia 12 de julho
 Prof Alejo González López Ledesma (Universidad Pedagógica Nacional) – Tendencias privatizadoras en el sistema educativo y discursos educacionales tecno-pedagógicos: problemas y desafíos para el estudio de las relaciones entre la cultura escolar y la cultura digital 
Profa Patricia Ferrante (FLACSO Argentina/Universidad Pedagógica Nacional) – Modos de abordar la cultura digital en la escuela: entre prácticas, políticas y datos Mediação: Fabiana Monteiro (Edumatec/UFPE) 
 Dia 13 de julho 
Profa Myriam Southwell (Universidad Nacional de La Plata) – Enseñanza bimodal en pandemia: potencialidades y desafíos 
Profa Eliana de Barros Monteiro (IF/UNIVASF) – Diálogos interculturais e os desafios para nossas “Epistemologias do Sul” Mediação: Raphael França (Edumatec/UFPE) 
Dia 14 de julho 
 Prof José Messias (UFMA) – Gambiarra e videogames: uma visão decolonial sobre técnica no letramento digital 
 Prof Fábio Malini (LABIC/UFES) – Método Digital para Análises do Bios Digital Mediação: Jonara Medeiros e Caio Túlio (Edumatec/UFPE) 
 O evento será 100% on-line e gratuito! Qualquer pessoa interessada no assunto poderá participar. A transmissão será pelo Canal do YouTube do Educação em Teia e a certificação será feita na hora do evento. Siga o Educação em Teia e fique por dentro! 
Site: https://educacaoemteia.digital
Instagram: https://instagram.com/educacaoemteia 
Canal do YouTube: https://www.youtube.com/c/educacaoemteia/

segunda-feira, 17 de maio de 2021

Educação em Teia: a Revista Em Teia na prática

Algumas atividades do meu trabalho são muito burocráticas, tediosas, irritantes ou tudo isso ao mesmo tempo. Entretanto, algumas coisas que produzimos são tão gratificantes que ganham um espaço muito maior do que o contexto acadêmico: são ações que transcendem esses espaços e invadem, positivamente, a vida. O Educação em Teia é um exemplo disso, uma ideia que surgiu e foi ganhando cor, forma e conteúdo de forma totalmente colaborativa. A proposta surgiu no grupo de pesquisa Mídias Digitais e Mediações Interculturais em 2020, com o contexto da pandemia e aulas remotas, observamos a necessidade de selecionar e validar alguns conteúdos que estão disponíveis na rede, mas que não são facilmente identificáveis pelos professores e pais de alunos como conceitualmente corretos ou atualizados. Outra questão que nos moveu foi a necessidade de aproximar os resultados e propostas das pesquisas acadêmicas com as necessidades práticas dos professores. Durante o ano, trabalhamos para materializar a nossa ideia e construímos a seguinte proposta:  

A concepção do Educação em Teia é uma iniciativa de professores e alunos do Programa de Educação Matemática e Tecnológica do Centro de Educação da Universidade Federal de Pernambuco e tem como objetivo apresentar materiais desenvolvidos nas pesquisas realizadas no próprio programa, indicar produções de outros programas e das publicações da revista Em Teia e realizar a curadoria de materiais, sites, soluções, produções, vídeos, filmes, HQs etc. que estejam disponíveis na rede. A proposta é selecionar os materiais disponíveis na rede que apresentam conteúdos adequados e conceitualmente corretos para utilização de alunos, pais e professores

O site usa a estrutura de blog da plataforma Wordpress para publicação das postagens, mas está organizado em páginas e apresenta possibilidades de pesquisa por categorias temáticas e por nível de ensino. O design foi elaborado por meu orientando Kleber Oliveira e as postagens são produzidas por professores, mestrandos, doutorandos e pós-doutorandos do Programa de Pós-graduação em Educação Matemática e Tecnológica da UFPE. Pretendemos ampliar a nossa rede de colaboração e incluir professores de outras instituições que queiram colaborar conosco. É uma ideia simples, mas os repositórios que encontramos com materiais disponíveis para a Educação Básica não são fáceis de usar para quem não tem um bom nível de letramento digital ou são iniciativas privadas que exigem contrapartidas financeiras para acesso ao acervo. Além disso, a proposta é compilar os materiais que estão circulando nas redes sociais também e nem sempre um repositório institucional consegue acompanhar a dinâmica de circulação de informações em diferentes mídias.

 Como todo trabalho colaborativo voluntário e sem financiamento, vamos trabalhando devagar e vencendo os obstáculos aos poucos, mas considero um pequeno avanço também para a divulgação científica, tão urgente no contexto atual. Os comentários estão abertos no site para sugestões, críticas e propostas de colaboração. Toda contribuição é muito bem-vinda!

segunda-feira, 30 de novembro de 2020

Resultado Edital Propesqi nº 10/2020

Resultado Edital Propesqi nº 10/2020, Edital Institucional de Apoio à Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais da UFPE: apesar de todas as ações contra, vai ter pesquisa em Ciências Humanas, SIM!


 


terça-feira, 10 de novembro de 2020

Número temático da Revista Em Teia


Publicamos em outubro o número temático da Revista Em Teia - Educação Matemática e Tecnológica Iberoamericana, intitulado Educação e uso de tecnologias digitais no contexto da pandemia da Covid 19. São 15 artigos (volume 11, n.2) que abordam as dificuldades dos professores com as aulas remotas no contexto da pandemia e as soluções encontrada, sobretudo para o ensino de conteúdos de Matemática. A universidade tem trabalhado muito para dar a sua contribuição em um momento tão complexo e sofrido para todos e a nossa colaboração envolve pesquisar e divulgar os resultados que encontramos para apoiar gestores, professores, pais e alunos da Educação Básica e do Ensino Superior. A justificativa para a edição desse número temático e a apresentação dos artigos pode ser lida aqui. Para acessar os artigos completos do número temático ou para conhecer outros números da revista, é só clicar aqui. Boa leitura!

domingo, 31 de maio de 2020

Spread UFPE

Tenho observado muitas discussões na rede sobre o uso das tecnologias digitais como um paliativo para resolver os problemas da suspensão das aulas presenciais devido ao contexto da pandemia e, ao contrário de muitos colegas, escolhi não publicar a minha opinião. A minha decisão tem dois motivos e vou explicar os dois: o primeiro diz respeito ao fato de não ter nenhum dado para emitir qualquer opinião, favorável ou desfavorável. Penso que seria muito apressado fazer afirmações sobre uma realidade que nunca experimentamos ou pesquisamos. Não importa quantos anos de pesquisa sobre a cultura digital ou tecnologias na educação eu tenha, o que está acontecendo agora não tem nenhum precedente na pesquisa acadêmica contemporânea. Qualquer coisa que eu dissesse seria apenas um palpite e as redes sociais já tem um número expressivo de palpiteiros. Decidi observar, coletar dados e contribuir como eu pudesse com a construção de cenários possíveis para a nossa duríssima realidade e isso nos leva ao segundo motivo: tenho uma carga de trabalho enorme atualmente e mal tenho tempo para atender todas as demandas que chegam o tempo todo. Vou contar um pouco sobre elas e como estou contribuindo para o enfrentamento da pandemia no contexto da Educação.

O primeiro desafio que surgiu foi pensar em soluções para resolver a retomada das aulas na nossa universidade. Enquanto as instituições particulares, tanto do ensino superior quanto na Educação Básica, rapidamente migraram para suas aulas online através de plataformas de videoconferências, as instituições públicas tem o enorme desafio de lidar com uma significativa parcela dos discentes que não possuem acesso aos equipamentos e conexão necessários. Assim, a discussão foi mais demorada e a primeira experiência na UFPE será com a retomada das atividades da pós-graduação com aulas remotas. Não vou nem comentar aqui a quantidade de reuniões necessária para chegarmos a algum lugar (que acabou sendo cada programa decide se quer aderir ou não, mas quem quer ficar para trás diante de um cenário de incertezas?). Os alunos de pós-graduação tem prazos muito inflexíveis para concluir, muitos são bolsistas ou estão afastados do trabalho. Suspender as atividades curriculares por muito tempo poderia trazer prejuízos difíceis de prever. Penso que inicialmente os colegas acreditaram que ficaríamos alguns meses sem aulas e que a vida voltaria ao normal dentro de, no máximo, seis meses. Os fatos esmagaram qualquer previsão de retorno e as universidades de outros países anunciaram a suspensão das aulas presenciais em 2020, com previsão de retorno muito incerto em 2021. Agora, no final do mês de maio, algumas universidades já afirmam que só retornarão com a descoberta de uma vacina. Diante desse quadro, o que fazer com os alunos? Ficaremos sem aulas durante um ano, dois anos, indefinidamente? Como formar os professores para realizar o processo de aprendizagem mediado por tecnologias digitais? Como garantir o acesso aos alunos mais vulneráveis economicamente?

Ainda estamos longe de ter respostas para todas essas perguntas, mas já demos o primeiro passo com a decisão de retomar as aulas da pós-graduação. Para preparar a UFPE no enfrentamento de vários cenários possíveis, a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas e Qualidade de Vida (Progepe) e a Secretaria de Programas em Educação Aberta e a Distância (Spread), abriram inscrições para o curso de formação para professores na plataforma GSuit, da Google. Quase mil professores se inscreveram na primeira semana para a trilha básica e a experiência como formadora tem sido bastante interessante. Todos os professores que se inscreveram no curso estão empenhados em descobrir soluções, propor alternativas, apontar as fragilidades da universidade, pensando em construirmos juntos uma alternativa possível para o cenário no contexto da pandemia e até mesmo na pós-pandemia. Está muito claro para todos que não será possível voltar ao modelo que tínhamos antes e precisamos nos antecipar na busca de soluções. Estamos pensando juntos nas possibilidades de uma aprendizagem flexível e realmente inovadora. O preconceito em relação à EAD, a resistência ao uso das tecnologias, as dúvidas em relação ao ensino presencial e suas possíveis adequações com aulas remotas, foram transformados em interesse, reflexão, autocrítica e, sobretudo, disponibilidade para fazer mais e melhor. Como disse uma professora no nosso último encontro, nós apresentamos as possibilidades infinitas de uso das tecnologias digitais no ensino e na aprendizagem, os professores (e provavelmente os alunos) não vão querer mais voltar ao modelo presencial anterior, eu certamente não vou querer. Para alguns pode soar assustador, mas para os meus ouvidos, a fala da professora é musica da melhor qualidade!

segunda-feira, 30 de março de 2020

Fim da segunda semana de isolamento

Chegamos a fim da segunda semana de isolamento social com 4.579 casos confirmados e 159 mortes.As pessoas começaram a reagir mal ao confinamento e muita gente, inspirada no péssimo exemplo do presidente demente que temos, voltou a circular nas ruas. Nos grupos de WhatsApp, e-mail de trabalho e entre os "amigos" do Facebook e outras redes sociais, as pessoas começam a transbordar o seu desequilíbrio com provocações, confrontos, brigas e retiradas triunfais ou estratégicas, além de textos religiosos ou de autoajuda. Não tenho tempo para isso, o trabalho continua me consumindo e lentamente as tarefas são finalizadas, enquanto surgem outras, como se algum portal dimensional maligno estivesse aberto trazendo não apenas o vírus, mas também toneladas de trabalho. Estou trabalhando mais horas agora e as mensagens urgentes surgem o tempo todo: aos domingos, durante o almoço ou nas primeiras horas da manhã. Nada existe horário definido para nada e todos parecem ter perdido a noção da funcionalidade dos dias úteis e a utilidade do horário comercial. Enquanto o caos se anuncia nas matérias dos jornais e no comportamento inacreditável do governo federal, conseguimos implementar as bolsas dos alunos de mestrado e doutorado, realizar as bancas virtualmente, preencher relatórios e alimentar sistemas. Não saio de casa para nada além do supermercado e farmácia, por aqui as ruas estão vazias e melancólicas. O serviço de entrega de comida continua funcionando a pleno vapor, garantindo a sobrevivência dos restaurantes e entregadores. Por enquanto os preços estão caindo com uma enxurrada de promoções para conquistar os clientes, mas é difícil saber se esse movimento vai durar. Tentando manter um pouco de sanidade e equilíbrio, tenho feito aulas de Yoga com a minha professora usando o Skype como ferramenta e amanhã farei o mesmo com os meus alunos de Yoga do CE, espero que seja uma experiência boa para todos. É hora de encontrarmos meios para apoiar os outros e, mesmo quando não somos solicitados, precisamos buscar uma forma de atuar positivamente e coletivamente. Como disse o biólogo Atila Iamarino, pedir o fim do isolamento é querer voltar para um mundo que não existe mais. O nosso mundo com liberdade para ir para qualquer lugar, para planejar uma viagem, uma festa, um casamento ou uma mudança de vida, não existe mais. O mundo que virá dependerá muito das pequenas ações de cada um de nós e é hora de cada um pensar em como fazer a sua parte. Fiquem em casa, fiquem bem.

segunda-feira, 23 de março de 2020

Fim da primeira semana de isolamento social

Em mais de meio século de vida, assisti filmes e li vários livros que descreviam cenários de um futuro distópico, com a humanidade enfrentando o seu fim e poucos sobreviventes tentando reconstruir as estruturas sociais e materiais. Acredito que o último filme tenha sido "Interestelar" e a praga retratada no filme estava relacionada com o ambiente, não com as pessoas. São situações que deveriam ficar no campo da imaginação e nada nos preparou para a angústia de ver esse cenário se tornar realidade. A cada notícia que é publicada, aumenta o nível de apreensão e passamos a temer, diariamente, não apenas pelas pessoas que amamos, mas por todos que enfrentam a pandemia e que se tornam vítimas, direta ou indiretamente, dela. As notícias inicialmente chegaram devagar e, nós que trabalhamos com um público grande, começamos a nos preocupar. É alarmismo? É real? É preocupante? Trabalhar em um local com muitos cientistas fez com que soubéssemos antes da maioria das pessoas do cenário sombrio que estava por vir. Quando você presencia o pânico de um epidemiologista que passou a maior parte de sua vida adulta cultivando cepas de vírus perigosos no laboratório, é hora de começar a se preocupar... Entre a primeira nota oficial afirmando que não havia necessidade de suspensão das atividades acadêmicas e o cancelamento de praticamente tudo dentro da universidade, se passaram dois dias, com uma reunião de reitores em pleno domingo à tarde. Dois dias! Estou em casa desde o dia 16, com algumas saídas rápidas para ir ao banco, farmácia e supermercado. Nos primeiros dias da semana ainda fiz algumas coisas rápidas em ambientes maiores (ir ao banco dentro do shopping porque eu precisava ir em dois bancos diferentes), buscar remédio e fazer uma aula de yoga. As notícias pioraram, foi detectado o primeiro caso aqui e o governo estadual fechou shoppings e proibiu qualquer tipo de aglomeração. As lojas de rua, bares, restaurantes, academias e a fábrica onde minha filha trabalha continuaram funcionando. Hoje, apenas sete dias depois das primeiras medidas, suspenderam a circulação de ônibus, apenas os serviços essenciais estão funcionando e a fábrica fechou. No meio desse cenário de incertezas e informações desencontradas, a universidade bloqueou os ambientes virtuais de aprendizagem dos nossos cursos de graduação a distância! A nossa única forma de comunicação com os alunos foi bloqueada e isso me deixou tão furiosa que não tenho nem palavras para descrever... Só quem não entende lhufas sobre a dinâmica da EaD poderia considerar isso uma ideia razoável, os nossos alunos estão no interior, se sentem inseguros e nós professores temos um papel fundamental para manter a tranquilidade de todos. Eu consegui colocar uma última mensagem explicando a suspensão das atividades e orientando os alunos em relação aos prazos das atividades, mas não sei se alguém teve alguma dúvida. A justificativa oficial é que todas as atividades acadêmicas estão suspensas, inclusive a EaD. Eu sou bem tranquila em relação ao trabalho e dificilmente alguma coisa profissional consegue me irritar: já lidei com colegas desleais, chefes incompetentes e funcionários irresponsáveis. Eu não fiquei só irritada, eu fiquei furiosa porque penso que é inadmissível o rompimento das relações entre professores e alunos, sobretudo quando os alunos estão distantes e fragilizados. Não adianta apontarmos para os erros do governo federal que atua de forma omissa, autoritária e cruel se não identificamos esses mesmo elementos nas nossas relação hierarquizadas quando o momento exige colaboração, cooperação e, sobretudo, empatia. Minha função como professora vai além de transmitir conteúdos e desenvolver o processo de aprendizagem, é minha obrigação proteger os meus alunos e garantir que eles estejam informados e tranquilos. Enquanto leio documentos com as palavras "proibido, suspenso, impedido etc", continuo pensando que é possível uma universidade humanizada em todos os níveis e estou determinada a trabalhar muito para isso!

domingo, 1 de setembro de 2019

O Ctrl+e 2019 foi um sucesso!

Foram três dias intensos, com muitas conversas, reflexões, demonstrações e coisas para fazer. Organizar um evento não é fácil, mesmo quando estamos na companhia de gente querida e parceira, como Thelma Panerai (coordenadora dos artigos reumidos), Patrícia Smith (coordenadora do espaço da pós-graduação), Alex Sandro Gomes (coordenador geral), Taciana Pontual (coordenadora dos artigos completos), Lebiam Tamar (coordenadora das sessões técnicas), Ricardo Souza(coordenador das demonstrações), Danilo Monteiro (coordenador das oficinas)e Tancicleide Gomes(coordenação da divulgação). Trabalhamos mais de 12 horas por dia, mas cada minuto dedicado ao evento retornou para nós na forma de receptividade, carinho e satisfação de todos que circularam pelos corredores do Grand Mercure. Recebemos professores, técnicos, alunos, convidados e até crianças de todos os lugares do país. Ficamos felizes com o sucesso do evento que vimos registrado nos agradecimentos, nas conversas dos corredores, no entusiasmo dos participantes e na execução das atividades. A união de dois grandes Centros da UFPE, CIn (Centro de Informática) e CE (Centro de Educação), foi a parceria perfeita para que o evento abordasse o melhor dos dois universos.

Trabalhamos muito, mas a nossa maior satisfação foi com o desempenho dos nossos alunos. Os mestrandos e doutorandos do Centro de Educação cuidaram do acolhimento nas sessões e os alunos do CIn da UFPE e da UFRPE cuidaram da transmissão ao vivo de todas as palestras e oficinas. Todos trabalharam com maturidade e comprometimento: foram parceiros, apoiaram uns aos outros e deram todo o suporte necessário ao evento. Ao mesmo tempo em que estavam trabalhando, assistiram as palestras, conheceram pessoas novas, divulgaram os seus trabalhos e fortaleceram as suas redes. Cresceram e se tornaram gigantes e assim como os nossos filhos, soltaram as nossas mãos e foram embora ganhar o mundo.

Eu não gosto muito de usar a palavra gratidão em todos os momentos porque ela não é sinônimo de obrigado, mas nesse caso o sentimento é gratidão mesmo, não apenas pelo incrível trabalho que todos realizaram, mas por ter a oportunidade de ver o crescimento de todos com os meus próprios olhos. Os dias não foram apenas intenso por causa do trabalho, foram também repletos de emoção e satisfação. Fizemos o evento para os outros, e ao nos doar de forma tão espontânea, agregando as nossas energias de forma tão positiva, fomos recompensados: nos tornamos um só! Muito obrigada, queridos e queridas!

sexta-feira, 26 de julho de 2019

Mulheres da Ciência 2019

Fiquei super animada em saber que será realizado o encontro Mulheres da Ciência 2019, entre 21 e 23 de agosto, na Universidade Federal de Pernambuco. O evento é organizado pelo grupo Bertha, composto por doze mulheres e a comissão organizadora é oriunda da UFPE e UFRPE. "Este é um evento que ocorre anualmente em Recife, na Universidade Federal de Pernambuco, com o objetivo de promover o diálogo entre profissionais e estudantes das áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM). Para isso, o Mulheres da Ciência conta com uma programação dinâmica e diferentes temas divididos em dois eixos principais: questões sociais de gênero e produção científica feita por mulheres". As inscrições no evento serão realizadas mediante a entrega de kits de produtos de higiene pessoal entregues nos pontos indicados no site do evento e nas redes sociais

Fiquei animada porque além da importância do evento no contexto em que estamos vivendo atualmente, com tantas agressões contra as mulheres, estou estruturando um projeto de extensão com foco na questão de gênero e equidade da Educação Básica. A ideia é desenvolver uma formação para os professores da Educação Básica com foco em ações que incentivem meninas a se interessarem pela área de Ciências e Tecnologia. As ações no ensino superior são importantes e muito necessárias, mas penso que precisamos pavimentar o interesse das meninas pelas áreas de Ciências desde cedo, oferecendo condições para que elas possam desenvolver o seu potencial. Os professores da Educação Básica podem ajudar neste processo e muitas vezes precisamos apenas colocar o assunto para discussão e pensar juntos em ações que podem mudar o cenário que temos hoje.

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Livro Cultura Digital e Formação Docente

Publicação nova do DMTE/UFPE: Pesquisas e práticas formativas: diálogos sobre a formação docente. O livro foi organizado pelas colegas Adriana Paulo da Silva e Eleta Freire. Eu e Thelma Panerai temos um capítulo intitulado “Cultura digital e formação docente: o desenvolvimento de competências digitais para a sala de aula no contexto da sociedade em rede”. Eu gostei muito de escrever esse texto porque descrevemos os resultados encontrados nas dissertações dos nossos orientandos do PPGEdumatec defendidas entre 2012-2015, relacionando-os com o contexto da sala de aula. Como o livro não pode ser vendido e nem possui o formato digital, disponibilizei o nosso texto no ambiente do grupo de pesquisa Mídias Digitais e Mediações Interculturais. Registro aqui os nossos agradecimentos para as organizadoras e para a editora da UFPE.

sábado, 2 de setembro de 2017

7º Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação

Nos dias 6 e 7 de dezembro, no Recife, acontecerá um dos meus eventos favoritos: o Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação. "Com o tema Aplicativos e Games na Educação, o 7º Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação e 3º Colóquio Internacional de Educação com Tecnologias recebe professores, estudantes e pesquisadores para apresentar os resultados surpreendentes da utilização dos jogos e dos Apps na sala de aula. Ambos os eventos abrem o espaço para a discussão científica dos efeitos pedagógicos dessas novas ferramentas na aprendizagem dos estudantes". A data limite para a 2ª Chamada de inscrições com apresentação de trabalho é até o dia 15 de setembro de 2017. Como na primeira etapa da inscrição é necessário enviar apenas o resumo do texto, ainda dá tempo de se inscrever e participar. O nosso grupo de pesquisa terá uma mesa-redonda no evento sobre narrativas digitais transmidiáticas nas redes, nos games e na Educação. Para quem está interessando em conhecer pessoas e trabalhos interessantes, é perfeito! Para quem quer estudar e conhecer as belezuras do Recife, o evento cai como uma luva. Lembrando que em dezembro já temos carnaval e nem será preciso inventar um congresso de cardiologia para justificar a viagem. Vamos?

terça-feira, 25 de julho de 2017

Seleção para mestrado e doutorado no Edumatec - UFPE

Estão abertas as inscrições para a seleção de mestrado e doutorado no Programa de Pós-graduação em Educação Matemática e Tecnológica da UFPE. Tenho vagas para orientação no mestrado e no doutorado e pesquiso os seguintes temas: cultura digital: identidades, conflitos e inovações na perspectiva dos Estudos Culturais; Inclusão digital e inclusão social de professores e alunos; PLE's; Redes sociais e colaboração em rede; narrativas digitais; storytelling transmídia; etnografias audiovisuais participativas; novos métodos de pesquisa online; mídias e mediações interculturais, formação de professores, mídias e narrativas digitais, redes sociais, tecnologias e processos de ensino e aprendizagem. Fiquem atentos ao prazo de inscrição (até o dia 25/08) e acessem o edital com todas as informações relativas ao processo no boletim oficial da UFPE.

sábado, 1 de julho de 2017

Publicado o e-book Mídias Digitais e Mediações Interculturais

Finalmente, conseguimos publicar o e-book "Mídias Digitais e Mediações Interculturais" no site da Amazon. O livro é a primeira produção vinculada ao grupo de pesquisa Mídias Digitais e Mediações Interculturais da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Segundo a apresentação, o livro “surgiu da ideia de favorecer a interação entre professores de universidades brasileiras e universidades portuguesas, num intercâmbio de conhecimentos sobre temas comuns que estão sendo desenvolvidos no âmbito das diferentes pesquisas e que se relacionam com o uso das mídias na educação e com mediações culturais, cinema e sociedade”. O livro está organizado em duas partes (mídias na Educação e mediações culturais, cinema e sociedade) e apresenta onze artigos:

1 Permanência dos estudantes no Ensino Superior a distância: elaboração de um instrumento

2 Mídias digitais na educação: redes e coaprendizagem a partir de um evento científico assíncrono

3 Ambientes virtuais de aprendizagem no desempenho académico dos estudantes do ensino superior

4 Mídias Digitais, Fluência Tecnológico-Pedagógica e Cultura Participatória: a caminho da web-educação 4.0?

5 A consolidação da cultura digital e as práticas adotadas pelos professores das licenciaturas da UAb (Portugal)

6 Recursos Educacionais Abertos e Práticas Colaborativas: De Tendências à Realidade

7 O Cinema na Escola: Recurso Pedagógico e Experiência Sensível

8 Documentário Finding our way: um olhar sobre a narrativa e as contribuições da antropologia visual no campo da Educação

9 Doméstica e Dispositivo como Encontro [Ou Post-Its sobre Realidades Elásticas, Mediações Culturais e Autorias Compartilhadas no Documentário]

10 O arquiteto do Porto: celebrando o centenário de Agostinho Ricca no Second Life

11 Entre o palco e a película: O Lamento da Imperatriz de Pina Bausch

O livro está disponível no site da Amazon no formato digital e também no formato impresso (disponível nos próximos dias).

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