sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Resultado da ANPAE

Está disponível a lista dos trabalhos aprovados no encontro realizado pela ANPAE que acontecerá em Natal nos dias 17, 18 e 19 de Novembro. Neste evento, eu vou participar como co-autora do trabalho de minha orientanda da especialização, Graça Barros, no GT 3 (comunicação, linguagem e gestão do conhecimento), com o título INTERATIVIDADE E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA: UMA REFLEXÃO SOBRE OS AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM. O evento é recomendado pela Capes e como sempre, não será sacrifício nenhum visitar Natal novamente.Vou aproveitar a viagem para fazer algumas entrevistas para minha tese de doutorado que está começando a ganhar corpo, embora ainda pareça um frankstein desconjuntado.

sábado, 27 de setembro de 2008

Lançamento de Livro

Esta semana fui ao lançamento do livro Temas sobre a Instrução no Brasil Imperial (1822-1889), organizado por Antonio Carlos Ferreira Pinheiro e Cristiano Ferronato. A obra tem como objetivo divulgar os resultados de pesquisas que foram desenvolvidas nos últimos quatro anos no âmbito do Grupo de Pesquisa "História da Educação na Parahyba Imperial", vinculado ao Programa de Pós-Graduação em História da UFPB. Os trabalhos discutem aspectos relacionados à contribuição da “instrução” no processo de formação do Estado imperial, tomando como referência a “Província da Parahyba do Norte”. Aspectos relativos à cultura escolar, à formação de professores e a infância “desvalida” são alguns dos temas analisados a partir de farta documentação inédita e desconhecida pelo grande público leitor sobre o XIX. Cristiano é meu amigo querido do doutorado e arrasou quarteirões como organizador do livro. Sim, nós já sabemos que ele é lindo, sim, já sabemos que ele é muito competente, mas a demonstração disso tudo ao mesmo tempo, nos deixou (eu e Alásia) impressionadas e muito felizes pelo resultado do trabalho dele. Aliás, eu consigo vislumbrar nestes momentos o quanto estou evoluindo como ser humano, pois quando participo do sucesso de meus amigos, só consigo sentir felicidade e satisfação, pois o sucesso de cada um engrandece a minha própria escolha como pessoa.Ou seja, nós não crescemos apenas por nossas próprias ações, mas essencialmente pelo conjunto de ações de todos que nos cercam, pois são experiências de vida que nos afetam, direta ou indiretamente. É esta percepção de que estamos inexoravelmente ligados aos outros que nos move para frente e faz todo o resto valer a pena.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Cursos Abertos do MIT

Parece que o movimento de Educação a Distância está mesmo se consolidando em vários lugares do mundo. O MIT (Massachussets Institute of Technology) abriu vários cursos para os internautas chamados de OpenCourseWare. São mais de 1 800 cursos, alguns traduzidos para o português. É um repositório de aulas utilizados em cursos do MIT contendo notas de leitura, situações-problema, exercícios de laboratórios, vídeos e apresentações produzidas pelos professores. É de graça e não exige nenhum tipo de cadastro. Só não tem certificação, mas também era pedir demais!

Curtinhas

* A organização do evento de Hipertexto solicitou minha autorização para postar minhas fotos na página deles. Esta humilde fotógrafa ficou se achando...


** Meu departamento tem necessidade de 40 horas minhas este semestre, mas o setor de recursos humanos diz que eu só posso ter 20 horas. Hummm... parece um daqueles problemas matemáticos insolúveis.


*** Definitivamente a linha de Estudos Culturais do PPGE me cansa!!!

****Hoje foi um daqueles dias que eu fiquei me perguntando o que estou fazendo aqui? Que vontade de sumir...

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

2° Simpósio Hipertexto - Minha Apresentação

Bom, depois de tantos comentários, só ficou faltando falar sobre a minha apresentação. Eu nunca acho que é nada de especial, mas falar sobre a Web 2.0 sempre me empolga. Usei o livro de Cristóbal Cobo e Hugo Pardo, Planeta Web, como base para o texto, que obviamente, vou compartilhar aqui no blog.Se você ainda não fez o download do livro, aproveite o link aqui no blog. O título do trabalho é A Web 2.0, Educação a Distância e o Conceito de Aprendizagem Colaborativa na Formação de Professores.Todas as imagens que usei na apresentação foram retiradas do blog Ergonomic de Cristóbal Cobo, ou de outros blogs. Esta escolha foi proposital porque ele é um dos maiores defensores do compartilhamento de informações e fiz questão de mostrar esta atitude na prática.Organizei o slideshare intercalando as fotos da minha apresentação. Quem sabe no futuro não vou postar um vídeo em tempo real?


Hipertexto2008 Blog
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2° Simpósio Hipertexto - Sérgio Abranches

Encontrei também meu amigo Sérgio Abranches, que eu não via já fazia um tempinho. Ele trouxe uma discussão interessante com o título "O que fazer quando recebo um trabalho ctrl c + ctrl v?" Para dizer a verdade, ele parecia ser o único disposto a discutir a questão com um pouco mais de profundidade, indo além do "vigiar e punir". Sem dúvida, esta questão de plágio acadêmico precisa ser repensada nos mais diversos níveis. A questão principal é de quem é a responsabilidade? Como construir uma identidade de autoria em nossos alunos? Uma aluna na platéia fez uma pergunta que foi um soco no fígado dos professores: - E os professores que obrigam seus orientandos a colocar o nome do professor orientador como co-autor nos trabalhos? Também são plagiadores? Esta prática já virou mania nas Universidades. A professora Ângela Dionísio foi taxativa: -Eu sou radical, minha obrigação é orientar o trabalho, mas o resultado é do aluno! Achei ótima a fala dela porque penso a mesma coisa. Que história é essa de obrigar os alunos a nos colocarem como co-autores? Em alguns trabalhos, eu ajudo muito e até posso merecer uma co-autoria, mas isso não é regra, é exceção. Depois da apresentação, colocamos as fofocas em dia e rimos muito. Foi uma pena que eu não tinha mais tempo para ficar em Recife.Estou pensando em cursar uma disciplina no mestrado em Educação Tecnológica da UFPE.Por falar nisso, teremos novidades sobre a próxima seleção que será realizada a partir de outubro. Não percam o blog de Madame Ana que não traz a pessoa amada em três dias, mas tem boas dicas para quem quer estudar.

2° Simpósio Hipertexto - Fernando

Um dos pontos altos do evento foi conhecer o Professor Fernando Pimentel, que eu também conhecia somente através do blog. Ele fez uma bela apresentação junto com Lucinha Serafim (minha colega na UEPB).Eles fizeram uma pesquisa de forma conjunta através da Internet com excelentes resultados. É muito interessante quando encontramos pessoas que só conhecemos virtualmente, materializando o que era somente uma imagem. Fernando é um doce de pessoa, agradável e muito competente. Espero que possamos trabalhar juntos no futuro.

2° Simpósio Hipertexto - Celebridade

Gentem, o que pode ser mais incrível para um blogueiro reles mortal, do que ser reconhecido por seus leitores? Estou me sentindo quase uma celebridade! Quando a professora Cynara da UFAL disse que me conhecia através do blog, eu quase saí flutuando pela janela. Como diz minha amiga blogueira Srta. Bia, me amarrota porque estou passada! Nada como ser elogiada por pessoas de qualidade que conhecem bem o assunto. Para completar o dia feliz, nos encontramos na Livraria Cultura no Recife antigo e tiramos fotos juntas! Mais celebridade que isso, só indo para a Ilha de Caras (mas vamos combinar que o nível acadêmico não ia valer a pena!).

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

2° Simpósio Hipertexto - Parte III

Well, well... Depois de muito nervosismo, transtornos bipolares, e alguns agregados isotônicos (eu acho), tive a oportunidade de assistir uma apresentação impecável da minha orientanda, Graça Barros, no evento. Um desempenho perfeito que mostrou segurança, solidez e, sobretudo, tranqüilidade. Fiquei muito orgulhosa e vejo que com que incentivo e orientação, as pessoas podem crescer e se superar, reescrevendo sua própria história e modificando seus caminhos. Parabéns por mais esta vitória nesta caminhada árdua da vida acadêmica! Ah, sim, e tudo isso porque não vou nem comentar o vestido très chique da madame apresentadora de telejornal. Abalou bangu!

2° Simpósio Hipertexto - Paulo Gileno

Este professor fofo da foto se chama Paulo Gileno, e sua apresentação foi sobre Letramento Informacional e Educação. Ele ficou indignado ao ser apresentado como professor "aposentado" da UFPE. Pelo visto ele trabalha mais agora do que antes, e atualmente coordena um projeto de grande repercussão chamado Um Computador por Aluno. Ele levou o protótipo (bem bonitinho) e disse que 300 escolas serão contempladas nos próximos meses com os portáteis. Todos os alunos destas escolas irão receber o computador e os professores e gestores receberão computadores portáteis convencionais. O programa está estruturado em um grande projeto de avaliação, já que será a primeira experiência de acesso contínuo à Internet nas mãos dos alunos, uma verdadeira imersão tecnológica. O professor ressaltou que a tecnologia é só o começo, é preciso formar professores (cerca de 10 000) e realizar a pesquisa. Ele trouxe aspectos do letramento informacional de Warschauer muito interessantes:


1. É preciso determinar a extensão da informação que se necessita;
2. Acessar a informação de modo eficiente e ético;
3. Avaliar criticamente a informação obtida e suas fontes;
4.Incorporá-la na base pessoal de conhecimentos;
5.Usar a informação de modo efetivo e ético para atingir seus objetivos.

2° Simpósio Hipertexto - Vida Acadêmica

Acabei de chegar agora do 2° Simpósio de Hipertexto e Tecnologias na Educação.Não sei nem por onde começar, mas posso afirmar que valeu muito a pena! Muitos reencontros, novos amigos, trabalhos interessantes, palestras instigantes, enfim, o Professor Xavier fez um excelente trabalho. Só fiquei com pena de não ter encontrado com o Professor Júlio, já que eu tive que voltar hoje (antes do fim do evento).Foi uma correria danada, e só quem participa destes eventos sabe o trabalho para escrever o artigo, preparar a apresentação, resolver questões operacionais e burocráticas. Eu nem comentei aqui, mas fui para o evento ameaçada de ser reprovada por falta em uma das disciplinas que estou cursando este semestre. O PPGE diz aos quatro ventos que precisamos produzir, publicar, participar de eventos e parará pão-duro, mas os professores acreditam que o mais importante é estar presente na aula deles. Se continuar assim, vou acabar mesmo no divã! Sinceramente, participar de um encontro como esse amplia nossa visão de mundo e aponta muitos caminhos para o nosso trabalho.Eu tive muitas idéias só em conversar com as pessoas. Para ser mais didática, vou escrever um post por assunto para facilitar a leitura.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Encontro com Marco Silva

Ontem tivemos uma palestra na UEPB com o Professor Marco Silva, da UERJ, autor de vários livros sobre Educação e Avaliação Online. A palestra fazia parte do encontro dos coordenadores do Projeto Piloto de Administração da UAB. O tema "Sugestões de Qualidade em Educação Online" foi bem apropriado e fora as questões conceituais/semânticas (educação a distância ou educação online, ferramentas ou interfaces), destaco alguns pontos importantes para a nossa reflexão. Em primeiro lugar, a questão do desenho didático dos cursos, uma vez que a estrutura na qual os materiais são apresentados nos ambientes virtuais faz muita diferença na aprendizagem dos alunos. Recentemente, minha orientanda Graça Barros, aluna da especialização em Novas Tecnologias e Educação (UEPB), apresentou os resultados de sua pesquisa sobre interatividade nos ambientes virtuais, e a disciplina destacada pelos alunos como mais interativa era apenas a que estava melhor organizada na perspectiva da educação online. Não existe mistério ou solução mágica, basta estar inserido em uma cultura digital. E, justamente este ponto, foi apontado pelo Professor Marco como um divisor de águas: estar incluído digitalmente não significa necessariamente estar inserido na cibercultura. O conceito de cibercultura é muito mais amplo, e, de certa forma, está relacionado com as e-skills mencionadas por Cristobal Cobo. Outros dois conceitos interessantes abordados na palestra foram a multivocalidade (multiplicidade de pontos de vista) e a hipermídia (como convergência de vários suportes midiáticos abertos para novos links e agregações de várias linguagens). Enfim, boas reflexões que corroboram os caminhos que eu tenho escolhido até agora. Apenas uma divergência: o professor Marco acredita que a utilização do chat seja importante e indispensável, apesar dos professores não gostarem de utilizá-lo com freqüência. Eu não percebo o chat com esta relevância no processo porque não acredito que reproduza um determinado espaço da sala de aula. Talvez possa servir como um dispositivo para outros momentos, mas não o considero apropriado para uma discussão sobre algum tema específico ou conteúdo. Hum...Vou fazer algumas experiências no ambiente virtual de Licenciatura em Geografia e depois conto o resultado.


Ps: Quesito futilidade: definitivamente esta parede rosa do nosso auditório não favorece a beleza e o bom gosto de ninguém...Onde já se viu, uma parede chamar mais atenção do que o palestrante?

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Inutilidades.com

Não me perguntem qual é a utilidade ou como poderemos mudar o mundo com esta informação. Pode ser um processo de esvaziamento da mente ou apenas loucura temporária. O fato é que eu achei a proposta desta ferramenta curiosa, e levada pela curiosidade, visitei o site e escrevi o título do blog.A ferramenta se chama GeoGreeting e garimpa construções no mundo todo que tenha o formato das letras que você digitou. Se você estiver estressado como eu, com um trabalho enorme para entregar e sem inspiração (ou mesmo respiração, diga-se de passagem), dá uma olhada lá.Não serve para nada mesmo, mas afinal, porque tudo o que fazemos na rede tem que ser útil?


Ps: Esta semana foi desesperadora e acabei convivendo com o lado pouco recomendável da natureza humana.Depois de digerir melhor, vou postar algumas reflexões aqui no blog.Mas só depois que eu terminar o trabalho final da disciplina de Adelaide, Zé Neto (gracinha) e Hermida.O título é "Das Máquinas de Ensinar de Skinner à Aprendizagem Colaborativa: Um Outro Olhar Sobre a Tecnologia Educacional". Sim, eu sou pretensiosa, provavelmente não vai dar certo, mas fazer o quê? Como já dizia Paulo Leminski, todos são loucos, mas eu não, eu sou uma gracinha...

domingo, 31 de agosto de 2008

A Nada Mole Vida de Professora-Substituta

Eu li várias vezes um livro chamado Papai Pernilongo na minha adolescência e o primeiro capítulo do livro (na minha tradução), chama-se Quarta-feira Deprimente. Lembrei deste livro esta semana, porque entre tantas atribuições, fui obrigada a fazer novamente o processo de seleção para professor-substituto da Universidade. Foi deprimente mesmo, eu nem tive ânimo para comentar o assunto aqui no blog. Por uma série de razões que não vale a pena discutir (ou tentar entender), os contratos de substituto não são renovados automaticamente, é necessário um novo processo de seleção para validação. Desde que eu cheguei aqui na Paraíba, não houve ainda um concurso público para professor que eu pudesse me enquadrar nas especificações. O mais próximo foi na UFCG de Cajazeiras, e como eu não estou disposta a mudar de cidade mais uma vez, não fiquei interessada. Fui a única inscrita (penso que os outros são mais sábios que eu), mas o processo com um ou cinqüenta é o mesmo, passei horas tirando cópias dos documentos, toda a quarta-feira preparando aula e fiz a prova didática na quinta. O sorteio do ponto foi interessante, a Educação a Distância no Contexto Histórico e Social. Fiquei pensando, depois de quatro semestres dando aula da mesma disciplina, se eu tivesse feito uma aula ruim, era mesmo para sair de cena espancada com um martelinho de borracha. Fui aprovada, mas o que mais me estressou nesta história toda é que eu estava orientando vários alunos da graduação que confiaram no meu trabalho e contavam comigo. Já pensou se eu sou reprovada? Ahhhhhhhhhhhhhhhhh!!! A parte cômica da situação foi uma das professoras da banca que quando me viu, exclamou surpresa: - Ué... eu jurava que você era professora efetiva! Minha resposta imediata: - Eu também, professora, eu também...

domingo, 24 de agosto de 2008

Novas Idéias, Antigos Ideais

O título desta postagem era o slogan de um banco há alguns anos atrás. O objetivo era mostrar que apesar da modernização e informatização do banco, os ideais eram sólidos e conservadores (bem, tratando-se de um banco devia estar se referindo à usura que já vem desde os tempos bíblicos...). Na prática docente de quem busca a tecnologia como mediação pedagógica, esta frase se aplica ao confronto tecnologia x humanização. Muitos professores acreditam que estão revolucionando a prática pedagógica porque transferiram suas transparências "old fashion" em acetato para uma produção medíocre do Power Point, apresentada através de um projetor multimídia. Os alunos a cada semestre estão mais críticos em relação ao papel dos professores e percebem que os antigos ideais estão apenas revestidos de novas ferramentas. Infelizmente, os antigos ideais se referem aos velhos hábitos: provas de decoreba, pegadinhas, trabalhos extensos e improdutivos, etc. Começamos este semestre com laboratórios de informática novinhos para os alunos de Licenciatura em Computação. A Núbia (que é a chefe do departamento), moveu mundos e fundos para organizar os espaços, motivada cinqüenta por cento pelo dever cívico e profissional, e cinqüenta por cento pelo receio que os professores se matassem nos corredores pelo uso dos laboratórios. Até eu, que sou da cultura da paz, já tive vontade de distribuir bofetões nos professores folgados que não respeitavam as escalas de uso. Bom, como Núbia é uma professora consciente da infinita capacidade de baixaria de seus pares, ela fez uma peregrinação digna do Caminho de Santiago de Compostela para conseguir os equipamentos e as salas. Agora com os laboratórios lindos de morrer, percebo que caberá aos professores e alunos não apenas a conservação do espaço físico, mas sobretudo a potencialização de seu uso em aulas mais criativas e dinâmicas. A cada dia que passa percebo que a grande inovação que podemos empregar em nossa prática em sala de aula é a mudança de atitude. Afinal, precisamos repensar a estética, a retórica, a família e nós mesmos... Ah, a foto que ilustra esta postagem é da minha turma da noite (no laboratório novo, é claro!).Eles não são fofos?

domingo, 17 de agosto de 2008

Edublogosfera

Esta é a centésima postagem deste blog e nada mais blogmaniac do que "linkar" nosso blog em outro blog! Quando eu fiz este blog, minha intenção era pesquisar a navegação na rede, a partir dos fundamentos da etnografia digital, do Prof. Wesch. Logo fiquei encantada com as possibilidades infinitas da formação de uma rede para compartilhar informações e conhecimento. Recebi um convite hoje para postar as informações do meu blog na Edublogosfera, que reúne os professores blogueiros do país. Precisamos muito intensificar esta troca e conhecer o trabalho, as dificuldades e as aspirações de nossos colegas. Se tem uma coisa que aprendi na rede, é que não estamos sozinhos em nossas dificuldades, dúvidas e divagações. Para participar desta rede é muito fácil, eu solicitei um convite no blog Edublogosfera. Depois fiz uma foto do meu blog no Thumb, coloquei as informações mais importantes e postei no blog. No Portal do Professor (MEC), na seção links, existe uma referência ao uso do blog com informações pedagógicas e práticas sobre a sua utilidade (classificado no site como recursos digitais). Ou seja, a ferramenta blog apesar de tantas controvérsias, vem se consolidando como um meio eficaz de apresentar conteúdos, estabelecer trocas e divulgar conhecimento. Tomara que esta rede seja intensificada com a participação de todos os professores blogueiros!

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Encontro com a Professora Ann Louise Bishop

A Profª Dra. Ann Louise Bishop, da University of Illinois, nos Estados Unidos, esteve conosco na UFPB através do Fulbright Specialists Program.A pesquisadora ministrou um seminário e workshop sobre informática comunitária, estabelecendo linhas de ação de acordo com inovações teóricas e metodológicas propostas para a temática e viabilizando a criação de um grupo de pesquisa com a participação de pesquisadores da UFPB e da University of Illinois.Aproveitando a visita, a convidamos para nos apresentar seu trabalho com os professores e alunos da linha 5, do Programa de Pós-Graduação em Educação. Ela foi conversar conosco sobre o projeto de Informática Comunitária desenvolvido pelo MSTE (The Mathematics, Science and Technology Education). Os projetos são voltados para crianças e jovens filhos de imigrantes e agregam um processo de formação ao uso da informática. Um dos projetos desenvolvidos ligados ao projeto educacional, é a criação de uma nova escola com o currículo voltado para o engajamento político e social, que são levados também para a comunidade. Os professores são alunos da universidade e desenvolvem atividades com os alunos ajudando no dever de casa, como um reforço escolar e outras atividades, como por exemplo a animação de histórias, contadas de forma virtual. O público dos projetos varia desde crianças do jardim de infância até adolescentes do High School. As histórias são desenvolvidas pelos alunos, e os professores encorajam o desenvolvimento de temas voltados para o fortalecimento familiar e da comunidade. Um dos outros projetos desenvolvidos não envolve computadores, eles trabalham com pintura e desenhos de livros. Muito interessante é o uso do software Squeak, que permite que o aluno desenvolva linhas de comando para criar animações, desenhos, etc.como o Logo que conhecemos por aqui. A proposta do projeto é bem similar ao Programa Casa Brasil desenvolvido nas periferias pelo Governo Federal. Eu convidei a professora para conhecer uma das unidades da Casa Brasil aqui em João Pessoa, mas ela já estava voltando para os EUA hoje mesmo. Indiquei o endereço do site do Casa Brasil para que ela pudesse pesquisar e entrar em contato para troca de experiências.Alguns pontos que achei interessantes na exposição da Profª Bishop:


¤O projeto não é entendido como extensão, mas sim como pesquisa, já que os professores e alunos utilizam as ações realizadas na comunidade para desenvolver suas pesquisas (nós ainda continuamos insistindo no tripé ensino, pesquisa e extensão como elementos dissociados);


¤A comunidade é de origem porto-riquenha e buscam fortemente manter suas raízes culturais, elemento que é incentivado pelo projeto;


¤A informática é usada como um atrativo para estimular a participação e desempenho dos alunos;


¤O projeto é uma articulação entre a universidade, a comunidade e as escolas, reforçando a necessidade de entrosamento e diálogo entre todos os elementos que fazem parte da vida do aluno.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Banco de Imagens do MEC

Desde que começamos o curso de Licenciatura em Geografia a distância aqui na UEPB, venho pensando em desenvolver um banco de imagens para promover a integração entre os alunos e a disseminação de informações importantes sobre as paisagens e os lugares, através das imagens.A idéia é que os alunos dos diferentes pólos enviem fotos da paisagem dos lugares e de eventos culturais que retratem a sua realidade. É o contraponto entre o local e o global, ao mesmo tempo que tornamos o nosso aluno sujeito com voz e ação no processo de aprendizagem. O uso deste banco de imagens poderá ser usado pelos professores em suas aulas e trabalhos, enriquecendo o material e dinamizando os conteúdos. No próximo semestre, vamos transformar este banco de imagens em um projeto com uma exposição das fotografias ampliadas no final. Eu sempre tive interesse em fotografia e agora com as facilidades das câmeras digitais, ficou bem mais fácil investir neste hobby. Por estas razões, fui verificar o banco de imagens que O MEC disponibilizou em seu site, com as fotografias classificadas em categorias. Embora a maior parte das fotos disponíveis seja apenas imagens jornalísticas de eventos promovidos pelo próprio MEC (meu Deus, porque alguém acredita que fotos de inauguração cortando uma fita de seda em trinta ângulos diferentes, são interessantes?), é possível encontrar fotos bem legais na categoria meio ambiente.

domingo, 10 de agosto de 2008

Dia dos Pais

Hoje é dia de paparicar e bajular bastante todos os pais (biológicos ou emprestados) que fazem parte de nossas vidas. Eu hoje não tenho mais pai para comemorar este dia, e realmente é estranho não ter a quem chamar de pai. Eu tive um Baba muito especial que já não está mais com a gente, mas não sai de nossa memória. Emoldurei umas fotos lindas, bem antigas, de quando ele era paraquedista (ou Pqd, como ele costumava dizer). Meu conforto foi que ele chegou a ver as fotos na parede da sala, em lugar de destaque. Bom, mesmo não tendo pai, tenho uma filhinha pequena e para comemorar o dia de hoje, fomos tomar café da manhã bem cedinho no Mangai, um restaurante de comida regional daqui. Foi o presente de dia dos pais de nossa baby que resolveu acordar com o sol nascendo... Ela nunca faz isso, mas hoje resolveu inovar. Fiquei surpresa porque encontrei além da figura do pai, avô e até bisavô comemorando juntos o dia.Esta relação com o patriarca da família é mais acentuada aqui no Nordeste, pelo menos no aspecto da estrutura familiar. Aos pais de todos os lugares, que estão próximos ou distantes, um feliz dia dos pais!

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

De Volta ao Batente...

Depois de uma pausa para respirar um pouco, as atividades acadêmicas recomeçaram esta semana. Vou fazer duas disciplinas no doutorado, as obrigatórias da linha 5. Pensei em fazer alguma outra na Sociologia ou em Letras, porque preciso atingir os 37 créditos necessários para a conclusão do curso. O mais surreal é que eu tenho 40 créditos concluídos no mestrado. Imaginem só, a lógica é que no doutorado sejam aproveitados 10 créditos do mestrado, somando com 27 créditos cursados no período. No meu caso, vou totalizar o mestrado e doutorado com 77 créditos! Ou seja, 1.155 horas de trabalho... Não me entendam mal, eu gosto muito de estudar, mas o problema é que eu não pude me afastar das minhas atribuições de trabalho para me dedicar exclusivamente ao doutorado. Se fosse assim, eu faria todas as disciplinas possíveis e imagináveis na universidade. Para completar, este semestre só foram oferecidos tópicos e seminários das linhas do PPGE. Eu queria muito fazer uma disciplina sobre as políticas públicas, me ajudaria bastante no meu trabalho. Preciso agora dar conta da minha tese para qualificar em fevereiro, além de fazer um curso rápido de francês para ser aprovada na proficiência no final do ano. Ontem na disciplina Seminários de Pesquisa, a professora nos designou para orientar dois alunos de mestrado na própria disciplina, sem possibilidade de dizer não. Neste semestre eu tenho apenas nove orientandos defendendo sua monografias no final do mês, oito orientandos da especialização a distância do SENAC para apresentar até outubro e quatro orientandos da graduação do Curso de Computação.Arrrrggghhhhh... Cadê meu maiô patriótico??????

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