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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

II Encontro Educação em Rede: o que teve?

Semana passada aconteceu o II Encontro Educação em Rede, no Centro de Educação da Universidade Federal de Pernambuco. O evento foi uma ótima oportunidade para discutir temas como Educação a Distância, cultura digital, uso de games na Educação e Software Livre. O evento foi aberto com a palestra da Prof. Dra. Edméa Santos (UERJ) que apresentou a questão da inclusão digital e formação de professores no contexto da apropriação do espaço urbano. Visibilidade e mobilidade foram as palavras-chave da palestra. A Profa. Dra. Lynn Alves (UNEB) mostrou os projetos de construção de games e os desafios sobre o seu uso nas escolas. O Prof. Dr. Marco Silva (UERJ) discutiu o contexto da Educação online e o Prof. Dr. Marcos Lima (UFPE) apresentou questões sobre a globalização no contexto da cultura digital. No encerramento do evento, o Prof. Dr. Sergio Amadeu (UFABC) trouxe importantes questões sobre o software livre e a questão da propriedade do conhecimento em nossa sociedade. Além das palestras, tivemos também as apresentações dos trabalhos inscritos e tive a oportunidade de coordenar o GT e conhecer os autores dos trabalhos. Os trabalhos apresentados revelam a preocupação crescente com as questões relacionadas com a inclusão digital no contexto da Educação, seja na modalidade a distância, nas escolas ou nos movimentos sociais. Em breve divulgaremos no site do evento os vídeos das palestras e os anais com os artigos apresentados. No encerramento, eu que nem sou diva como a nossa presidenta, fui convocada para fazer o fechamento do evento junto com o Prof. Dr. Marcelo Sabbatini e avisei aos presentes que já estamos preparando a terceira edição para o próximo ano! Portanto, planeje a sua vida, suas férias e as finanças para aproveitar as discussões em Recife no próximo ano!

sábado, 3 de janeiro de 2009

A Educação a Distância na Perspectiva dos Estudos Culturais

O objeto do meu trabalho é a Educação a Distância na perspectiva dos estudos culturais, buscando compreender a subjetividade e as relações de poder que envolvem o uso da tecnologia na educação. Estou construindo o percurso de implementação do pró-Licenciatura, programa governamental da SEED/MEC para formar professores em cursos de Licenciatura a distância. Na análise dos documentos, venho observando a preocupação principal com a disseminação do uso das ferramentas tecnológicas entre os professores da educação básica na rede pública. O uso da modalidade a distância pressupõe o uso maciço destas tecnologias no decorrer de todo o curso, sendo um dos objetivos do programa modificar a relação dos professores com a tecnologia (incrementando todas as possibilidades de aprendizagem, do professor e do aluno). Esta mudança no comportamento dos professores tem um relação direta com a cultura escolar e com as relações de poder que estes dispositivos tecnológicos representam dentro do ambiente educacional. Assim, ouvimos o tempo todo inúmeras desculpas para que os professores não utilizem as ferramentas tecnológicas, mas pouco se tem feito no sentido de mudar este paradigma. Observamos que são oferecidos cursos, os computadores estão na escola (trancafiados ou subutilizados), os professores possuem computadores, mas seu uso efetivo está longe de ser consolidado. Existe uma premissa falsa de que o uso das tecnologias acontece com sucesso na escola privada, mas na verdade o que acontece, de fato, é a aula de informática, dissociada da prática dos outros professores e do contexto curricular. Acontece porque a escola particular tem em seus quadros o professor de informática e a clientela domina o uso do computador, mas daí a existir um projeto integrado pedagogicamente, é outra história. Bom, para tentar pesquisar isso tudo (e mais alguma coisa), estou trabalhando na perspectiva dos Estudos Culturais. Embora seja utilizado mais freqüentemente no campo de gênero, etnias e mídia popular, ele também possibilita uma boa discussão sobre o uso dos artefatos tecnológicos.Infelizmente, o campo de pesquisa dos Estudos Culturais está mais disseminado nas áreas da comunicação e da linguagem, seu uso na educação foi intensificado apenas recentemente. Por esta razão, criei um blog esta semana para tentar organizar as leituras disponíveis e discutir um pouco os Estudos Culturais a partir da questão do uso das tecnologias na educação. A idéia é colocar a contribuição de todos que quiserem publicar algum post sobre o tema, mantendo no controle das carrapetas do blog, professores colaboradores. Quem tiver interesse em conhecer um pouco do assunto ou quiser contribuir para a discussão é só passar por lá.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

2° Simpósio Hipertexto - Minha Apresentação

Bom, depois de tantos comentários, só ficou faltando falar sobre a minha apresentação. Eu nunca acho que é nada de especial, mas falar sobre a Web 2.0 sempre me empolga. Usei o livro de Cristóbal Cobo e Hugo Pardo, Planeta Web, como base para o texto, que obviamente, vou compartilhar aqui no blog.Se você ainda não fez o download do livro, aproveite o link aqui no blog. O título do trabalho é A Web 2.0, Educação a Distância e o Conceito de Aprendizagem Colaborativa na Formação de Professores.Todas as imagens que usei na apresentação foram retiradas do blog Ergonomic de Cristóbal Cobo, ou de outros blogs. Esta escolha foi proposital porque ele é um dos maiores defensores do compartilhamento de informações e fiz questão de mostrar esta atitude na prática.Organizei o slideshare intercalando as fotos da minha apresentação. Quem sabe no futuro não vou postar um vídeo em tempo real?


Hipertexto2008 Blog
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segunda-feira, 7 de abril de 2008

Trabalhos do Semestre

Neste semestre, estou envolvida com orientações de monografia do Curso de Especialização em Novas Tecnologias e Educação e os trabalhos de conclusão dos graduandos em Licenciatura em Computação. Os trabalhos estão ficando bem interessantes e temos pesquisas em interatividade na EAD, análise dos marcos legais da educação a distância, robótica nas escolas, formação de professores nos NTES, sites interativos na área de Geografia, a EAD no Senac, a informática no ensino profissionalizante, entre outros sub-temas que estão sendo muito bem explorados. Se eu não tiver um colapso nervoso até o final do semestre, prometo publicar aqui os resultados mais relevantes destas pesquisas. Ah, e não posso deixar de registrar aqui que a maioria das informações nos links "chamadas para publicação de artigos e eventos", são contribuições do Professor Manuel Fernandes do Crato, que tem um blog muito interessante sobre vários assuntos relacionados com educação (e sabe de todas as novidades mais quentes do mundo acadêmico). Aliás, estamos formando uma rede de professores blogueiros aqui no nordeste de excelente qualidade (Nelson Pretto, Júlio Araújo, Fernando Pimentel, Cristiano Ferronato, Manuel Fernandes, entre outros). Considerando que o eixo Rio-São Paulo-Brasília domina o cenário dos blogs, este incremento em outras áreas geográficas é bem interessante para todos nós.

terça-feira, 20 de novembro de 2007

A Cultura Digital

Um dos grandes entraves para o desenvolvimento pleno da aprendizagem nos cursos a distância é a ausência de uma cultura digital consolidada em nossos alunos. A grande maioria sente falta do material impresso como ferramenta principal, solicita aulas presenciais sempre que possível e pouco utiliza o ambiente virtual. O único caminho para nós que acreditamos na educação a distância é realizar um trabalho de médio e longo prazo, buscando encurtar os processos para a construção efetiva de uma autonomia digital. Esta semana observamos os primeiros resultados deste processo com a proposta dos alunos de Biologia da UPE (pólo de Campina Grande) em criar uma página com informes de temas de interesse da área. Além da divulgação dos assuntos propostos no site, os alunos pretendem com este espaço possibilitar as diversas contribuições de professores, tutores e alunos de outros pólos. Mais do que uma iniciativa de uso da ferramenta tecnológica, estes alunos perceberam a importância da aprendizagem colaborativa através de redes de conhecimento. É um passo importante para fomentarmos iniciativas como esta em nossa proposta pedagógica. Clique aqui e conheça esta iniciativa.

domingo, 5 de agosto de 2007

Cursos Sobre Educação a Distância On-Line

Tenho recebido vários pedidos de alunos e colegas querendo fazer cursos sobre EaD on-line já que o tempo é um inimigo mortal da vida moderna. Como os interesses são variados (ferramenta, pedagógico, material impresso, etc.), resolvi abrir pequenos cursos no Moodle além dos que já uso como complementação do presencial. Quem tiver alguma sugestão e quiser contribuir, é só postar um comentário. Alguns vão começar imediatamente, outros só no próximo mês ou quando houver inscrições suficentes. Já estão estruturados os cursos Gerenciamento de Projetos em EaD e O Uso de Ferramentas e Ambientes Virtuais de Aprendizagem.

sexta-feira, 29 de junho de 2007

Quando 1% é muito...

Quando escrevi o texto para o Seminário Jogos Eletrônicos, abordei a questão do uso dos Ambientes Virtuais pelos alunos do Curso de Administração. Minha abordagem relaciona a interatividade e utilização dos ambientes virtuais, particularmente analisando as dificuldades dos alunos em interagir com as ferramentas propostas no ambiente virtual.O trecho a seguir trata dos problemas de interatividade e exposição no ambiente. "Outro aspecto interessante é a quantidade de alunos que fazem o login no ambiente, lêem todas as mensagens dos fóruns e chats, sem deixar uma só linha postada. Considerando o número de usuários do AVA do Curso de Administração da UEPB, podemos afirmar que para cada aluno que posta mensagens e escreve nos chats, temos aproximadamente dez alunos que não se pronunciam. Apesar de acompanharem as discussões e as dúvidas e questionamentos dos colegas, realizarem os downloads dos materiais disponíveis, estes alunos não conseguem se expressar em nenhuma das ferramentas propostas". Ao ler a matéria publicada no dia 25, no jornal O Globo, fiquei surpresa com os questinamentos que estão sendo feitos sobre a importância da interatividade na Internet. Concordo plenamente com o autor, o importante não é a quantidade de pessoas que estão realizando a interatividade mas sim a existência da possibilidade de interagir. Tenho hábito de ler os jornais na Internet todos os dias, incluindo os comentários dos leitores. Nunca coloquei uma mensagem, e surge então uma questão: o grau de interatividade pode ser medido apenas pelas mensagem ou vídeos postados na Internet? Um usuário que acessa e lê todas as informações postadas em uma determinada página é menos ativo do que um que postou uma mensagem escrevendo "concordo"? Talvez esteja na hora de rever nossas definições de participação e interatividade no mundo virtual. A matéria do jornal está disponível clicando aqui.

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