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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Texto da Raquel Recuero sobre os protestos nas redes sociais

A Raquel Recuero disponibilizou o seu primeiro artigo sobre a análise dos protestos em junho nas redes sociais. Eu tenho usado ferramentas de análise das redes sociais dos professores na minha pesquisa, por isso acho interessante ler outras análises das redes na perspectiva da comunicação. A transposição para o campo da Educação não é fácil, mas é muito necessário. Em fevereiro, a minha orientanda Thais Oliveira irá defender a sua dissertação de mestrado com uma análise das redes sociais dos professores do ensino superior. Pre-pa-ra! O texto da Raquel é "Contribuições da Análise de Redes Sociais para o Estudo das Redes Sociais na Internet: O caso da hashtag #Tamojuntodilma e #CalabocaDilma". Segundo Raquel, "o artigo foi aceito pela Revista Fronteiras, mas só deve ser publicado no meio de 2014 e as editoras permitiram ela publicasse no blog para ajudar aqueles que estão em busca de elementos para seus trabalhos. O objetivo desse artigo foi discutir método, através de exemplos dos dados do protesto. Mas também discuto o caso de duas hashtags, a título de exemplo, que ocorreram juntas e trouxeram também elementos para a gente entender as articulações dos grupos nos protestos". Meus parabéns para a Raquel Recuero pela iniciativa e pelo texto!

sábado, 28 de abril de 2012

Educar com o Redu

O uso de ambientes virtuais de aprendizagem nos cursos a distância tem desafiado a criatividade dos professores para criar estratégias pedagógicas que garantam a aprendizagem do aluno. Embora as dificuldades com o uso de ambientes virtuais sempre perpassem a questão do desenho didático, sabemos que os alunos não encontram qualquer dificuldade ao usar as redes sociais. Exatamente nesse contexto, foi criado a rede educacional Redu, com o objetivo de integrar os aspectos de gestão e controle dos ambientes virtuais com a flexibilidade das redes sociais. Eu gosto muito da funcionalidade do Redu, a navegação é bem intuitiva, o visual é clean, as possibilidade de interação são bastante interessantes, mas você pode conferir isso tudo visitando o ambiente. Nas últimas semanas foi publicado o livro Educar com o Redu, abordando aspectos conceituais e práticos sobre o uso do ambiente Redu como espaço de mediação e aprendizagem. O livro está dividido em sete capítulos e já na introdução encontramos o conceito de softwares sociais no contexto educacional, nos ajudando bastante na construção dos fundamentos para o uso de novas plataformas de aprendizagem. O livro também aborda questões como fenômenos cognitivos, métodos e técnicas de ensino, novas situações de ensino de aprendizagem, processo de aprendizagem e avaliação utilizando o Redu. O livro é organizado pelo Professor Alex Sandro Gomes e está disponível para download gratuito. Respire novos ares e boa leitura!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

A Pós-Mídia de Ivana Bentes

Eu gosto muito do conceito da pós-modernidade, usei o Harvey na minha dissertação de mestrado e continuei na mesma linha no doutorado, embora não houvesse espaço para aprofundar a questão. Sim, eu sei o que os críticos dizem a respeito do pós-moderno, conheço as limitações e argumentações, mas a ideia da pós-modernidade me agrada (os percursos acadêmicos também deveriam deixar espaço para as necessidades pessoais). Por esta razão, me identifiquei muito com o discurso na entrevista da Ivana Bentes (UFRJ), sobre a pós-mídia. Ela diz que o que caracteriza a era pós-mídia de massa são justamente as práticas descentralizadas de comunicação. A Internet é esse lugar de desconfiguração. No meu mestrado (1997), trabalhei as questões relacionadas com a fragmentação e reestruturação no trabalho e no território, com foco no surgimento da acumulação flexível. Assim, eu me sinto muito à vontade com a ideia de descentralização e fragmentação nas relações de poder que dominam (e produzem) a informação, e acho particularmente interessante o conceito de capitalismo cognitivo. Na entrevista ela estabelece uma relação, embora não linear, entre as novas configurações territoriais e o próprio território livre da Internet. Fiquei pensando nas possibilidades de agregar o conceito de redes sociais com as questões da construção de identidades e a cidadania no mundo globalizado. Estou finalizando um artigo para o livro do Professor Fredys Sorto, intitulado "Cidadania, proteção e afirmação dos direitos humanos", tentando relacionar alguns pressupostos dos Estudos Culturais com a questão da cidadania no contexto de uma sociedade globalizada e informacional.O problema é que quanto mais eu leio e escrevo, mais perguntas e caraminholas surgem na minha cabeça. Leia a entrevista e fique cheio de caraminholas você também...

domingo, 10 de janeiro de 2010

Conferência Internacional sobre Redes Sociais

No meu histórico profissional sempre aconteceram algumas coincidências estranhas, então, depois de muito apanhar, resolvi dar mais atenção ao sinais sejam eles do mundo real, virtual ou metafísico. Quando eu terminei o curso de Licenciatura em Geografia, estava farta das discussões sobre o objeto da ciência geográfica e resolvi dar continuidade no campo do Planejamento Urbano e Regional. A minha dissertação envolvia as novas tecnologias (naquela época eram novas mesmo!) e acumulação flexível, me levou para a educação a distância. Nos últimos quinze anos mudei de trabalho quatro vezes, de cidade, de Estado, mas continuei trabalhando, direta ou indiretamente, com a EAD. Agora, minhas pesquisas estão me levando para a discussão sobre redes sociais, e estou interessada em investigar as interfaces entre as redes reais nas cidades e as redes sociais virtuais. O preâmbulo é para falar sobre a Conferência Internacional sobre Redes Sociais que acontecerá em Curitiba, entre os dias 11 e 13 de março, com a participação de Pierre Lévy, Steven Johnson e Clay Shirky. A CIRS é um evento aninhado dentro da CI-CI 2010 - Conferência Internacional de Cidades Inovadoras, traduzindo exatamente a minha perspectiva de aproximação entre os dois conceitos.O evento está sendo organizado e divulgado através das redes e para participar é necessário estar inscrito na Conferência Internacional das Cidades Inovadoras. Não é um evento de cunho acadêmico, provavelmente terei dificuldade em participar por questões operacionais, mas fica aqui a reflexão e a divulgação.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Bate boca em tempo real no Twitter

Eu venho repensando o uso das redes sociais ultimamente, através das leituras da Raquel Recuero, Alex Primo, André Lemos, Sérgio Amadeu, entre outros. Eu já comentei aqui que finalizei a minha tese apontando para o uso das redes, sem me aprofundar no assunto, uma vez que não tenho leitura suficiente para escrever sobre isso agora. Porém, como usuária, alguns acontecimentos estão me fazendo refletir sobre as redes a partir de um outro enfoque. O primeiro é que tenho recebido mensagens no meu e-mail, com sugestões de postagem para o blog para divulgar ações sobre EAD. Eu fiquei muito surpresa porque como não coloco nenhum tipo de propaganda no meu blog, não pensei que tinha dado "cabimento" para qualquer pessoa acreditar que eu possa publicar postagens sob orientação de outras pessoas. O que está publicado aqui pode não ser grande coisa, mas é fruto exclusivo do que eu penso sobre determinados assuntos. Quando não posso expressar a minha opinião sincera, ou aviso aos leitores (a responsabilidade jurídica não permite...) ou nem coloco. Outro fato aconteceu hoje mesmo. Eu recebi através do Twitter uma indicação de conteúdos educacionais da Microsoft. Ao abrir a página achei graça no uso da expressão inclusão digital e fiz um comentário sobre isso. Em poucos minutos, já recebi resposta. Vejam só:


9:50h - Conteduc:Uso da tecnologia como mediadora do aprendizado http://www.conteudoseducacionais.com.br/index.asp
10:05h - Ana: Eu a-do-ro a Microsoft falando em revolucionar a educação com tecnologia e inclusão digital. É tão meigo...http://tinyurl.com/nv6f59
10:19h - Conteduc:Bom dia Ana, vi que acessou o site Conteúdos Educacionais da Microsoft Educação, o que vc achou?! Gostou? Conseguiu se cadastrar?
10:26h - Ana: Do ponto de vista técnico, parece ótimo. Porém, na relação formação/consumo tenho minhas reservas.
10:43h - Conteduc:Esse site é um projeto de cunho social da Microsoft Brasil e como percebeu, todo material contido no site é gratuito.
10:46 - Conteduc:Tenho material informativo que gostaria enviar por e-mail assim, poderia repassar essas informações a outros educadores. O q acha?
11:10h - Eu sei que é gratuito, não estou criticando o projeto. O paradoxo é promover a inclusão digital através do software proprietário.

Encerramos a conversa de forma civilizada, eles acreditando que vão me mandar o material informativo e que eu vou me digitransformar em uma Gatemaníaca, e eu impressionada com a "Farsa do Bom Burguês". Não pude deixar de pensar que existe um movimento de apropriação das redes sociais que busca, através de um discurso mais articulado e ações bem específicas, formar os formadores de opinião! Não que eu seja o último refrigerante gelado do sertão, mas se eu fizesse propaganda aqui do programa governamental x ou do projeto social (???) da empresa y, as pessoas não poderiam acreditar que a minha opinião foi formada a partir de um discurso científico? Seria um exagero afirmar que ao divulgar determinados projetos, as pessoas poderiam acreditar que fundamentei a minha opinião nas minhas pesquisas sobre EAD? Eu procuro falar aqui sobre a minha pesquisa, as dificuldades no uso das tecnologias na educação, indico livros e divulgo meus artigos. Por essa razão, eu me identifico, não é por narcisismo, mas para referendar o que estou dizendo. Para falar abobrinhas eu tenho um blog que não tem meu nome, nem a minha profissão. São apenas algumas reflexões pertinentes porque as redes sociais são interessantes e importantes como espaços livres de expressão. Se forem apropriadas e transformadas em mídia para o mercado, deixarão de fazer sentido.Mas essa é a minha concepção sobre o uso dos blogs, existem muitas outras opiniões sobre o assunto.Felizmente...

sábado, 13 de junho de 2009

Redes Sociais na Internet

Já está na rede para download o novo livro da Raquel Recuero, Redes Sociais na Internet, que aborda a construção e a dinâmica das redes sociais. Em entrevista para o blog Monitorando, a autora afirma que "os espaços sociais que temos na rede auxiliam em um processo de comunicação mais amplo, tanto nos aspectos informativos (acesso à notícias, informações, serviços e etc.) quanto naqueles conversacionais (debates, discussões, etc.). Assim, também são espaço potenciais para a educação e o espírito crítico. Do meu ponto de vista, ainda fazemos um uso muito modesto das tecnologias na educação". Eu não me interesso particularmente em pesquisar as redes sociais, mas a sua fundamentação é essencial para o desenvolvimento de qualquer pesquisa sobre a apropriação e o uso da Internet. Eu fiquei sabendo do lançamento do livro pelo Twitter (esta ferramenta ainda vai servir para alguma coisa...). Não é fantástico quando o conhecimento está compartilhado, ao alcance de um clique?

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