Mostrando postagens com marcador Cultura Digital. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cultura Digital. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 22 de agosto de 2024

Lançamento de livros na semana de abertura do EDUMATEC

 Ontem fizemos o lançamento dos livros na semana de abertura das atividades do Programa de Pós-graduação em Educação Matemática e Tecnológica - EDUMATEC, no auditório do Centro de Educação da UFPE. Apresentamos os livros e conversamos sobre os processos de editoração de um livro, a necessidade de publicações qualificadas para o programa, possibilidades de criação de livros técnicos e outras questões que surgiram.

Além dos livros que eu já tinha divulgado aqui, tivemos também a apresentação do livro Letramento Estatístico no Contexto de Dados Reais, organizado pelos professores Carlos Eduardo Monteiro e Liliane Carvalho, ambos da Linha de Processos de Ensino e Aprendizagem em Educação Matemática. A apresentação que fizemos no lançamento está disponível a seguir para quem tiver interesse em conhecer os livros.

quinta-feira, 13 de junho de 2024

E-book Cultura digital e educação: pesquisas em novos cenários


 Depois de uma longa espera, foi lançado o nosso livro Cultura digital e educação: pesquisas em novos cenários, no formato digital. Organizado com a minha parceira de tarefas impossíveis, a querida Thelma Panerai, o livro foi financiado com recursos do PROAP, do Programa de Pós-graduação em Educação Matemática e Tecnológica da UFPE - EDUMATEC, como parte do planejamento estratégico para melhorar os indicadores de publicação. 

Ao longo dos seus 16 capítulos, são abordados objetos de pesquisa relacionados com os diferentes cenários da cultura digital. "O propósito deste ebook é ampliar e enriquecer as áreas de estudo relacionadas com a cultura digital e a educação, integrando os processos formativos humanos. Nesses processos, surgem questionamentos, dúvidas, reflexões, estudos teóricos, práticas em sala de aula e construção e reconstrução de conhecimentos, buscando-se atender, de modo criativo e autoral, às transformações que ocorrem na sociedade contemporânea. O ebook reúne uma série de textos teórico-metodológicos que promovem uma convergência de mentes, de instituições e de perspectivas e que dão visibilidade a aspectos importantes relativos ao ensino superior e à educação básica, demonstrando a importante vinculação entre conteúdos científicos e pedagógicos". 

O livro digital está disponível para acesso gratuito no portal da Editora da UFPE, é só clicar aqui. Boa leitura!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

Livro Processos formativos, tecnologias imersivas e novos letramentos

Foi publicado ontem o livro Processos formativos, tecnologias imersivas e novos letramentos: convergências e desdobramentos, organizado pelos professores Claudia Coelho Hardagh, Eduardo Fofonca e Nuria Pons Vilardell Camas. Eu e Thelma Panerai escrevemos o capítulo NARRATIVAS DIGITAIS EM DEFESA DA CIÊNCIA NAS REDES SOCIAIS: ESTRATÉGIAS PARA DIVULGAÇÃO DA CIÊNCIA E FORMAÇÃO DO LETRAMENTO CIENTÍFICO, abordando as disputas narrativas nas redes sociais sobre o conhecimento científico. Acredito que o tema do artigo é muito importante no momento em que vivemos porque conseguimos mapear algumas ações que estão sendo realizadas, ressaltando a importância dessas ações no combate aos movimentos negacionistas que se contrapõem ao conhecimento científico. O livro apresenta artigos muito interessantes que discutem temas emergentes na cultura digital, fornecendo indicações para a pesquisa científica e diversas possibilidade de análises nesse campo. Link para acessar o nosso artigo e link para comprar o livro.

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Livro Cultura Digital e Formação Docente

Publicação nova do DMTE/UFPE: Pesquisas e práticas formativas: diálogos sobre a formação docente. O livro foi organizado pelas colegas Adriana Paulo da Silva e Eleta Freire. Eu e Thelma Panerai temos um capítulo intitulado “Cultura digital e formação docente: o desenvolvimento de competências digitais para a sala de aula no contexto da sociedade em rede”. Eu gostei muito de escrever esse texto porque descrevemos os resultados encontrados nas dissertações dos nossos orientandos do PPGEdumatec defendidas entre 2012-2015, relacionando-os com o contexto da sala de aula. Como o livro não pode ser vendido e nem possui o formato digital, disponibilizei o nosso texto no ambiente do grupo de pesquisa Mídias Digitais e Mediações Interculturais. Registro aqui os nossos agradecimentos para as organizadoras e para a editora da UFPE.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

II Encontro Educação em Rede: o que teve?

Semana passada aconteceu o II Encontro Educação em Rede, no Centro de Educação da Universidade Federal de Pernambuco. O evento foi uma ótima oportunidade para discutir temas como Educação a Distância, cultura digital, uso de games na Educação e Software Livre. O evento foi aberto com a palestra da Prof. Dra. Edméa Santos (UERJ) que apresentou a questão da inclusão digital e formação de professores no contexto da apropriação do espaço urbano. Visibilidade e mobilidade foram as palavras-chave da palestra. A Profa. Dra. Lynn Alves (UNEB) mostrou os projetos de construção de games e os desafios sobre o seu uso nas escolas. O Prof. Dr. Marco Silva (UERJ) discutiu o contexto da Educação online e o Prof. Dr. Marcos Lima (UFPE) apresentou questões sobre a globalização no contexto da cultura digital. No encerramento do evento, o Prof. Dr. Sergio Amadeu (UFABC) trouxe importantes questões sobre o software livre e a questão da propriedade do conhecimento em nossa sociedade. Além das palestras, tivemos também as apresentações dos trabalhos inscritos e tive a oportunidade de coordenar o GT e conhecer os autores dos trabalhos. Os trabalhos apresentados revelam a preocupação crescente com as questões relacionadas com a inclusão digital no contexto da Educação, seja na modalidade a distância, nas escolas ou nos movimentos sociais. Em breve divulgaremos no site do evento os vídeos das palestras e os anais com os artigos apresentados. No encerramento, eu que nem sou diva como a nossa presidenta, fui convocada para fazer o fechamento do evento junto com o Prof. Dr. Marcelo Sabbatini e avisei aos presentes que já estamos preparando a terceira edição para o próximo ano! Portanto, planeje a sua vida, suas férias e as finanças para aproveitar as discussões em Recife no próximo ano!

sábado, 29 de setembro de 2012

Mesa redonda "Educação e cultura digital nos programas de pós-graduação"

Foi muito bom participar da mesa redonda "Educação e cultura digital nos programas de pós-graduação" com os queridos João Mattar (PUC/SP) e Eliane Schlemmer (UNISINOS). Eu não conhecia a professora Eliane pessoalmente, ela é uma fofa (lindíssima!) e faz um trabalho muito interessante sobre games e mundos virtuais. Ela apresentou as pesquisas que vem realizando na pós-graduação da Unisinos e a produção dos seus orientandos de mestrado e doutorado. Achei o máximo o nome do avatar dela: Violet Ladybird! Na apresentação sobre as ações do grupo de pesquisa no programa de pós-graduação da Unisinos, a professora Eliane avisou que as inscrições para a seleção do mestrado e doutorado estão abertas até o dia 30/11. O meu querido professor João Mattar apresentou a estrutura e as linhas de pesquisa do programa de pós-graduação em Tecnologias da Inteligência e Design Digital (TIDD), da PUC/SP. A linha de pesquisa do Professor João Mattar é Aprendizagem e Semiótica Cognitiva e ele vem pesquisando a interação e aprendizagem em ambientes virtuais. O programa também está com inscrições abertas para a seleção do mestrado e doutorado. As apresentações dos professores durante a mesa redonda provocaram um debate interessante sobre a necessidade de novos modelos e metódos para o desenvolvimento de pesquisas em espaços digitais. Alguns programas flexibilizam mais a estrutura dos trabalhos finais, mas outros ainda seguem a padronização utilizada em todos os cursos, dificultando algumas pesquisas. A conversa sobre o percurso metodológico rendeu bastante e se não fosse o tempo tão escasso, teria ido longe. É bom saber que os colegas e alunos que pesquisam a mesma área também passam pelas mesmas angústias e dificuldades que nós. A minha apresentação abordou as possibilidades de utilização de novas ferramentas na pesquisa sobre as tecnologias digitais. Apresentei alguns exemplos e coloquei algumas questões sobre a necessidade de flexibilizarmos as normas e os procedimentos nas pesquisas, sempre mantendo o rigor metodológico, é claro! Assim como os meus colegas, também aproveitei a oportunidade para avisar que as inscrições para a seleção do mestrado em Educação Matemática e Tecnológica - Edumatec estão abertas. A minha apresentação está disponível logo a seguir. Enjoy it!

sábado, 28 de julho de 2012

Terceiro dia no Fisl13

As discussões do GT Educação na sexta-feira abordaram o papel do professor livre na rede. Na mesa sobre o professor livre na rede, Hugo Canali, Rafael Bergamaschi, Ana Matte e Wilkens Lenon e eu, apresentamos as possibilidades de interação dos professores no Portal do Professor Livre que está sendo construído pelo grupo Texto Livre, da UFMG. Depois das apresentações, a pergunta central da mesa para o público foi: como fazer o professor que está efetivamente em sala de aula se interessar por acessar, compartilhar e colaborar na rede, utilizando o software livre como meio? Nós realmente precisamos superar a falácia do professor resistente e começar a descobrir o que pode motivar os professores para uma aprendizagem na perspectiva da colaboração em rede. O processo de internalização da cultura digital não é homogêneo e não é construído da mesma forma e ao mesmo tempo com todas as pessoas. Respeitar a diversidade e, inclusive, a decisão do professor em não querer se inserir no contexto da cultura digital é uma questão a ser considerada. Na mesa a seguir, Frederico Guimarães, Pablo Jacier Ercheverry e Laura Marotias, apresentaram a LibrEdu: avanços na construção de uma rede latinoamericana de Educação. Entre os objetivos da LibrEdu estão: discutir o acesso à conectividade baseada em padrões e softwares livres; capacitação dos educadores no/para o uso do software livre; estimular a liberação dos materiais produzidos pelos educadores sob uma licença livre; catalogar, agregar, disponibilizar, de forma off-line, recursos educacionais abertos. Eu fico bastante preocupada quando as pessoas afirmam que não existe uma política de governo em relação ao uso da tecnologia na Educação. As políticas estão definidas nos documentos oficiais dos programas, pode não ser a melhor política ou a que nós queremos, mas ela existe. A contribuição dos participantes nas duas mesas foi bastante interessante, reafirmando a necessidade de uma construção coletiva dos objetivos e princípios das ações para disseminação do uso do software livre nos diversos níveis da Educação. Quem quiser conhecer a proposta, a discussão está aberta aqui. Participe!

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Possibilidades (infinitas) de comunicação

Todos os dias ouvimos que a internet mudou a forma de comunicação entre as pessoas, que as relações são virtuais e superficiais, que o mundo está louco, blá, blá, blá... O vídeo a seguir mostra que muitas considerações sobre as mudanças no campo da cultura digital são pura balela. O vídeo é lindo e instigante, além de permitir mil e uma interpretações. Divirtam-se!





Roubado na cara dura do blog do Professor Robson Freire (espero que ele me perdoe, mas não pude resistir!).

domingo, 27 de setembro de 2009

Indicação de Leitura

O livro Cultura Digital.br está disponível para download.Eu tinha reclamado que o livro não estava disponível no formato digital, mas os autores estavam finalizando a revisão (que sempre dá muito trabalho e eu sou muito linguaruda). Segundo um dos autores, "o livro é o nosso caderno de provocações. Pretendemos com esse trabalho estimular a rede a refletir sobre os desafios contemporâneos. A partir de conversas abertas com pensadores de diversas áreas do conhecimento, procuramos mapear as principais questões que circundam a cultura digital. Trata-se da abertura de um diálogo.Geralmente, os projetos publicam livros ao final. Nesse caso, publicamos no começo, para garantir que as ideias circulem, avancem e se conectem". A ideia é bem interessante, não? Outra sugestão de leitura é a coletânea Sala de Aula e Tecnologia um projeto do Núcleo de Tecnologias Aplicadas à Educação – da Universidade Metodista de São Paulo (Umesp), que tinha como objetivo inicial relatar a experiência do núcleo em seu trabalho com tecnologia na educação e, particularmente, com a educação a distância.Com a colaboração de professores de outras IES, o projeto ganhou outra dimensão e "ampliou o campo da experiência à reflexão teórica necessária". Enfim, boas leituras para quem está pesquisando o tema e procura conhecer outras experiências relacionadas com a cultura digital e educação.


# Momento Desabafo: Rá, dizem por aí que este blog não é educativo, mas vai ver que algumas pessoas pensam que educativo é um manual de boas maneiras...

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

A Aprendizagem em Ambientes Virtuais


Durante este curto período de férias, aproveitei para fazer algumas leituras e buscas na rede sobre a questão do uso da tecnologia na aprendizagem. A dificuldade de aprendizagem dos alunos nos ambientes virtuais vem me inquietando bastante, principalmente porque eu não vejo muitas alternativas promissoras. Ao final de cada semestre, realizamos pesquisas com os alunos buscando pistas sobre os obstáculos que eles encontram durante o processo. Os resultados não são conclusivos e as respostas não nos dizem o que precisamos saber. Acredito que isso aconteça pelo fato de que os alunos ainda não consigam verbalizar as suas dificuldades (em relação ao uso das tecnologias) com clareza. Ainda existe muita confusão entre as dimensões pedagógicas do ensino presencial e a modalidade a distância. Sabemos que a ausência da cultura digital é um obstáculo no processo, mas será que estamos apresentando as ferramentas com a estrutura correta? Os ambientes virtuais de aprendizagem são um instrumento essencial, mas não estaremos fazendo o ambiente um fim em si mesmo? Quero dizer, será que o usamos apenas como um repositório de dados, ao invés de potencializar seu uso como um ambiente de criação e interação? Encontrei esta imagem sobre a evolução das mídias no blog do meu colega Cristóbal Cobo, e penso que ainda usamos o ambiente virtual no primeiro estágio, com algum envolvimento do aluno nos momentos de avaliação (que acaba não sendo um envolvimento espontâneo e sim coercitivo). Estou lendo o livro Buenas Prácticas de e-learning, organizado por Ana Landeta Etxeberría, da UDIMA (Universidad a Distancia de Madrid). São textos de vários autores e selecionei dois capítulos especialmente interessantes. Tenho refletido muito sobre o uso da tecnologia móvel na educação a distância e acredito que ela poderá ser um elemento diferenciador na aprendizagem, mas é preciso pensar em uma estratégia tanto tecnológica quanto pedagógica para colocar esta idéia em prática. Mas isso já é assunto para outro post.


Cap. 9 – E-Learning 2.0
Cap.17-Virtual Mobility: an Innovative Alternative for Physical Mobility?

sábado, 24 de novembro de 2007

Pós-Modernidade, Tecnologia e Educação

Meu aluno do CCT, Luis Carlos Lira, está escrevendo sua monografia de conclusão de curso sobre o uso das tecnologias na educação, pontuando seus equívocos ao apenas transpor uma metodologia tradicional e mecânica para uma roupagem tecnológica. Ele acertou na escolha do tema porque é essencial para qualquer aluno de Licenciatura em Informática, refletir sobre o uso das NTIC's na educação de forma crítica. Só assim será possível realizar mudanças estruturais no processo de apropriação tecnológica nas escolas. Ao levantar esta discussão, ele também valoriza a formação de profissionais que aliem o conhecimento tecnológico com a fundamentação pedagógica. Se queremos utilizar de forma plena as ferramentas tecnológicas nas escolas, precisamos formar profissionais com esta qualificação para construir e consolidar as pontes entre o projeto pedagógico, os professores e os alunos. Ele garimpou este vídeo para sua apresentação que expressa bem os obstáculos que encontramos hoje nas escolas.


terça-feira, 20 de novembro de 2007

A Cultura Digital

Um dos grandes entraves para o desenvolvimento pleno da aprendizagem nos cursos a distância é a ausência de uma cultura digital consolidada em nossos alunos. A grande maioria sente falta do material impresso como ferramenta principal, solicita aulas presenciais sempre que possível e pouco utiliza o ambiente virtual. O único caminho para nós que acreditamos na educação a distância é realizar um trabalho de médio e longo prazo, buscando encurtar os processos para a construção efetiva de uma autonomia digital. Esta semana observamos os primeiros resultados deste processo com a proposta dos alunos de Biologia da UPE (pólo de Campina Grande) em criar uma página com informes de temas de interesse da área. Além da divulgação dos assuntos propostos no site, os alunos pretendem com este espaço possibilitar as diversas contribuições de professores, tutores e alunos de outros pólos. Mais do que uma iniciativa de uso da ferramenta tecnológica, estes alunos perceberam a importância da aprendizagem colaborativa através de redes de conhecimento. É um passo importante para fomentarmos iniciativas como esta em nossa proposta pedagógica. Clique aqui e conheça esta iniciativa.

Ads Banner

Google Analytics