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sexta-feira, 8 de julho de 2016

Seleção para mestrado e doutorado no Edumatec - UFPE

As inscrições para a seleção 2017 para ingresso no mestrado e doutorado do Programa de Pós-graduação em Educação Matemática e Tecnológica (Edumatec) estão abertas até o dia 29 de agosto de 2016. São 30 vagas para o mestrado e 16 vagas para o doutorado. A linha de pesquisa Educação Tecnológica acrescentou alguns elementos nos seus temas de pesquisa em relação aos anos anteriores e a descrição atual das temáticas é a seguinte:

Cultura digital: identidades, conflitos e inovações na perspectiva dos Estudos Culturais; Inclusão digital e inclusão social de professores e alunos; PLE's; Redes sociais e colaboração em rede; narrativas digitais; storytelling transmídia; etnografias audiovisuais participativas; novos métodos de pesquisa online; mídias e mediações interculturais.

Ambientes virtuais de aprendizagem e Educação a Distância; Formação de professores para uso de tecnologias em educação; Formação e práticas docentes em educação online; Inovação pedagógica e práticas inovadoras na educação superior; Aprendizagem móvel; Modelos, práticas e gestão da educação a distância; Tecnologias Digitais e Aprendizagem; Práticas pedagógicas com uso de tecnologias digitais; Gestão de tecnologias na educação.

Avaliação/Concepção e Desenvolvimento de artefatos computacionais ou ambientes colaborativos (CSCL) para o ensino da matemática, presencial ou a distância, com suporte à aprendizagem colaborativa, segundo princípios teórico metodológicos da Engenharia de Software Educativos e da Didática da Matemática; Atividade docente na área de matemática na educação online; Avaliação de softwares e aplicativos para a matemática; Situações didáticas para o ensino da matemática com o uso de softwares educacionais.

O edital completo está disponível no boletim informativo oficial da Universidade Federal de Pernambuco.

domingo, 13 de junho de 2010

Doutorado no Edumatec

Esta semana eu fiquei toda fofa porque estou oficialmente inserida no programa de pós do Edumatec. Depois de um longo e tortuoso caminho burocrático, o processo foi finalizado e aprovado pela CAPES. Como diz Verônica Gitirana, os processos precisam de coleira, senão desaparecem! Outra notícia bacana é que o PPGEdumatec está estruturando o doutorado. Uau! Além dos professores permanentes e colaboradores do programa, teremos também super professores de outras instituições. E quando eu digo super, não estou exagerando não, se as negociações se concretizarem, será um doutorado de abalar as estruturas acadêmicas. Claro que até orientar no doutorado eu precisarei de uma caminhada razoável, preciso concluir as minhas orientações de mestrado primeiro, alcançar uma pontuação razoável de publicações em periódicos e cumprir outras exigências (acho que inclui tomar leite plantando bananeira, andar sobre brasas e coisas semelhantes...). O meu maior desafio hoje é dar conta de todas as tarefas acadêmicas, eu já estou mais do que satisfeita com a responsabilidade de cuidar dos meus orientandos e das minhas disciplinas. Preciso de tempo para escrever os artigos e cuidar da minha pesquisa e a semana com cinco dias não tem sido suficente. Mas nada de reclamações, a liberdade que eu tenho hoje para fazer as minhas escolhas não pode ser comparada a nada que eu tenha experimentado na minha vida profissional.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Curiosidades da defesa

Alguém aí já viu o episódio que o Patrick do Bob Esponja se autonomeia doutor? Ou melhor, Professor Doutor Patrick Estrela, para vocês, enquanto o Bob Esponja é o estagiário (o meu amigo Albergio sabe exatamente de qual desenho estou falando). É muito engraçado...Depois da tensão, dá até para achar graça do momento. Defender uma tese é uma daquelas experiências que não adianta muito contar, mas vamos lá:


# Regra número um: escreveu tem que pagar. Ou seja, estamos lá para justificar o nosso percurso e as nossas escolhas;


# A maior parte da banca achou o máximo as minhas pequenas transgressões da ABNT, mas a professora Mirian que também é do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação, ficou brava...


# O professor Júnior disse que a escola é um aparelho repressor do Estado e que não acredita em transformação da sociedade através da educação. Embora seja um contraponto interessante, quem acredita na educação saiu da sala com vontade de cortar os pulsos...


# Minha orientadora estava mais nervosa do que eu, parecia que ela é que ia defender. Ficou incomodada com as observações dos outros enquanto eu só pensava em quanto tempo aquilo tudo ainda ia durar.


# Eu tomei tanta água durante a defesa que no final só pensava em achar um banheiro urgente. Mais cinco minutos de blá,blá, eu tinha feito xixi ali mesmo!


# No dia seguinte, todos os músculos das minhas pernas estavam doloridos por causa da tensão do dia anterior. E o povo se surpreendeu com a minha calma...


# Uma professora veio de Souza para assistir a defesa que ela só ficou sabendo através do blog. Fiquei de queixo caído!


# Primeiro eles agradecem o convite para participar da defesa, depois escalpelam a gente publicamente e, no final, registram o mérito do trabalho e a grande capacidade analítica. Se isso não é um processo esquizofrênico, eu não sei definir o que é.


# Eu fiquei feliz da vida, minha orientadora ficou feliz da vida, nós todos ficamos felizes da vida... Quem precisa de mais para viver?

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Doutorado Concluído

Hoje foi o dia de enfrentar a banca examinadora com cinco doutores extremamente qualificados para dissecarem o meu trabalho em todas as suas nuances e entrelinhas. Não é tarefa fácil, a tese é como um filho e nos revelamos muito mais em nosso texto do que podemos imaginar. Assim, as incongruências, deslizes, falhas, ambiguidades, estão lá, evidenciadas para que a banca aponte. Mantendo as devidas proporções é como estar nua enquanto todos ao seu redor estão vestidos... Não é uma sensação muito agradável. Todos se supreenderam com a minha calma na apresentação, mas adiantava ficar nervosa? Uma professora do mestrado me deu um conselho interessante: fique tranquila porque ninguém saberá mais do seu trabalho do que você mesma. Talvez a calma seja fruto da minha segurança do percurso e das minhas escolhas, as pessoas podem até não gostar, mas vão ter que respeitar, e só isso importa. A defesa em si não significa grande coisa, considero o processo muito mais desgastante do que o momento da defesa. Ali, as pessoas opinam, mas fora algo mais sério, não exercem o poder de interferir diretamente no trabalho. As sugestões são interessantes porque vemos um outro olhar sobre a nossa produção, mas o contexto de avaliação tira qualquer prazer em discutir o seu trabalho. Eu adoraria argumentar, explicar, mostrar como o processo foi construído e as escolhas teóricas realizadas. Porém, a tensão do momento e o caráter formal da apresentação, acabam com qualquer desejo de sentar ao lado dos componentes da banca e falar sobre a criação, o criador e a criatura. É uma pena, porque seria bem mais proveitoso sem os rapapés para chegar até o momento da palavra final: aprovada! A melhor parte foi o almoço descontraído e muito divertido depois da defesa. O sofrimento também tem as suas recompensas...

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Abandonando a Tese

Nas duas últimas semanas fiquei ocupada colocando os trabalhos atrasados em dia, corrigindo trabalhos e provas, revisando o material da disciplina do curso de Letras a distância e finalizando a minha tese. Durante esse processo, descobri que tinha finalmente encerrado a minha pesquisa "doutoral" (por favor, perdoem a arrogância do termo, mas é que eu ouvi essa expressão de uma colega que está começando o trabalho agora, e não pude deixar de rir, é ridículo!). Enquanto eu ajeitava um capítulo aqui, organizava outro ali, me dei conta que não tinha mais o que pesquisar, não tinha mais documentos para ler ou material para buscar. A pesquisa estava acabada e tudo o que me restava era processar o abandono, de forma tranquila e equilibrada. Tem gente que nunca abandona o seu trabalho, na véspera da apresentação ainda encontra alguma coisa para acrescentar, um autor para inserir ou um comentário para fazer. Escrevendo o último capítulo, eu me dei conta de que poderia acrescentar algo sobre redes sociais na tese, mas consegui frear a intenção em tempo. Imagina só, eu iria começar uma nova pesquisa e obviamente um novo trabalho. Quando se fala em disciplina para escrever uma tese, as pessoas pensam em organização e produtividade, mas existe uma outra dimensão igualmente importante: saber quando parar. Não me entendam mal, não estou dizendo com isso que o meu trabalho está pronto e acabado, que dei conta de tudo o que era possível sobre o tema. Muito mais coisa poderia escrita sobre o assunto, mas o importante é que consegui concluir tudo o que eu pretendia. Os objetivos foram alcançados, a hipótese comprovada e todas as coisas novas que surgiram nos últimos meses, servirão como base para o pós-doutorado ou para outros momentos. Quem pesquisa tecnologia, educação e comunicação sabe que a cada semana surgem novos trabalhos e artigos, é impossível dar conta de tudo.Eu não aguento mais o assunto, já estou interessada em outras coisas, quero fazer outras pesquisas. Mesmo assim, vou me dedicar na próxima semana a passar três dias consultando o portal da Capes na Universidade para ter certeza que não escapou nenhum material importante sobre o tema. Fora isso, é preparar a defesa, publicar e...UFPE já estou chegando!


#O post sobre o concurso é o campeão de comentário até a agora no blog. O professor Niraldo colocou até uma mensagem no Twitter sobre ele. Fiquei toda fofa!Depois daquela maratona se eu não comentasse aqui, acho que explodiria ou enfartava...

sábado, 25 de abril de 2009

Qualificação em Poucas Palavras

Imagine estar sentado com quatro doutores na sua frente, dissecando o seu texto com a precisão de um legista de C.S.I... Imaginou? Pois é, isso é uma qualificação de doutorado onde são apresentadas várias possibilidades com apenas uma regra: o trabalho é seu, só você pode decidir o que acatar. Qualificação é isso, colocam mais caraminholas na sua cabeça do que você pode digerir, fazendo você sair de lá com a animação de quem bebeu vinte copos de café expresso com oito latas de Red Bull. Você se sente capaz de escrever a melhor tese dos últimos tempos em uma semana! Lá vamos nós...

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Enquanto isso, na sala da justiça...

Esta semana, depois de duas noites sem dormir por conta dos horários nos vôos de JPA/BSB (imagino que uma homenagem sarcástica das companhias aéreas ao local onde o sol nasce primeiro...), tive algumas idéias muito interessante sobre a minha tese. A professora Edna Brennand - ah, vocês não sabiam? Ela é minha professora no PPGE - andou me enlouquecendo na sua disciplina Seminários dos Estudos Culturais, que objetivamente pretende construir as bases epistemológicas das nossas dissertações e teses. Apresentamos a estrutura de nossos trabalhos, e, infelizmente, ela não conseguiu encontrar meu objeto, meu foco e minhas bases epistemológicas em nenhuma das minhas propostas. Como boa aprendiz de Chapolim Colorado (não contavam com minha astúcia) e brasileira da gema (não desisto nunca), fiquei empacada nas últimas semanas em crise acadêmico-existencial-culturalista, até que consegui vislumbrar a minha estrutura. Sim, eu acredito na inspiração como ponto de partida e no trabalho árduo para a realização.Todos nós temos nossos lampejos de genialidade, mas confesso que o meu foi provocado pelo meu ego abalado. Eu estou realmente apaixonada pelo meu trabalho, mas não estava encontrando sustentação sequer para defendê-lo. Com fôlego renovado, começo a escrever o meu capítulo de metodologia que servirá como trabalho final da disciplina. Mais uma vez, assim como no mestrado, saio do óbvio com a dificuldade de estruturar uma metodologia muito mais complexa do que no mestrado, já que estou trabalhando com a perspectiva dos Estudos Culturais.Vamos ver onde isso vai dar, pois pretendo me qualificar em março (exatamente um ano após o ingresso no doutorado).


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As pessoas me perguntam com consigo dar conta de tantas coisas ao mesmo tempo, mas o fato é que só está sendo possível conciliar o trabalho com o doutorado, porque eu coordeno o pró-licenciatura (meu objeto de estudo), dou aula da disciplina Educação a Distância e todos os trabalhos que oriento estão relacionados com o assunto. Resumindo, tudo que eu faço hoje, todas as minhas atribuições perpassam meu objeto de estudo no doutorado. Se eu coordenasse um curso diferente e assumisse disciplinas fora do foco de estudo, estaria mesmo em palpos de aranhas (como dizia minha avó). O risco que eu corro hoje é ficar uma pessoa de um assunto só, e acabar enjoando da EAD de forma definitiva. Mas que fique registrado: isso só pode acontecer depois que eu concluir meu trabalho e passar em algum concurso. Só depois eu posso virar uma monja budista ou ficar correndo pelada em alguma comunidade alternativa vegetariana. Até lá, tome as novas tecnologias!

domingo, 23 de março de 2008

Bolsas Fundação Ford

Estão abertas as inscrições para a Seleção Brasil 2008 do Programa Internacional de Bolsas de Pós-Graduação da Fundação Ford (International Fellowships Programa - IFP). A iniciativa oferece 40 bolsas de mestrado (por até 24 meses) e de doutorado (por até 36meses) para o aperfeiçoamento acadêmico de líderes em questões relacionadas à justiça e igualdade social. As oportunidades são para cursos no Brasil e no exterior. Os interessados podem se inscrever até o próximo dia 26 de maio de 2008. A iniciativa é destinada a profissionais com potenciais de liderança em seus campos de atuação que pretendam prosseguir seus estudos superiores para promover o desenvolvimento de seus países. Para participar, é preciso ter o diploma da graduação com comprovado desempenho acadêmico, experiência em trabalhos comunitários ou voluntários e, ainda, ter residência permanente no Brasil. No Brasil, a iniciativa, além de estar atenta à igualdade de gênero, destina-se prioritariamente a pessoas negras ou indígenas, originárias das regiões Norte, Nordeste ou Centro-Oeste do Brasil ou provenientes de famílias de baixa renda e pouca escolaridade. É vedada a participação de ex-bolsistas do IFP, das pessoas já matriculadas, inscritas ou que cursem o mestrado, dos profissionais que já disponham de doutorado ou que tenham iniciado o curso antes do 2º semestre letivo de 2007.Além da bolsa de estudos, são oferecidos diversos apoios aos selecionados. Para aqueles que ainda não estão matriculados na pós-graduação, a iniciativa pode oferecer assistência para a inscrição no processo de seleção. E mais, quando necessário, o programa apóia a participação dos bolsistas em cursos de curta duração, como de idiomas, informática e de aperfeiçoamento para elaboração de projetos. As seis seleções brasileiras já realizadas concederam em torno de 250 bolsas. Mais informações sobre o programa podem ser obtidas no site oficial, pelo e-mail programabolsa@fcc.org.br ou com a Fundação Carlos Chagas pelo telefone 11-3722-4404.

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