Mostrando postagens com marcador pesquisa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pesquisa. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Análise de redes dos principais sociólogos contemporâneos

Minhas pesquisas recentes têm abordado a organização em rede dos professores da Educação Básica como ferramenta de análise da efetiva colaboração entre eles. É também uma importante indicação da consolidação da cultura digital dos professores. Já faz alguns anos que me interesso por redes e sua análise, embora não exista quase nada especificamente voltado para a Educação. O tema da dissertação de mestrado da minha orientanda, Thaís Oliveira, defendida no ano passado, aborda a análise das redes dos principais professores que discutem o uso das tecnologias digitais no Brasil. Os resultados são bem interessantes e a dissertação está disponível no site do Edumatec. A pesquisa de Thaís focou as redes sociais desses professores, mas a análise de redes permite diversas possibilidades e todas são muito interessantes. O trabalho de investigação do Julian Cardenas buscou responder se os sociólogos contemporâneos estão conectados entre si mediante as suas redes pessoais e organizações. Foram escolhidos 17 autores da elite da sociologia (Bourdieu, Castells, Granovetter etc.) e buscou-se determinar as conexões entre eles a partir dos seguintes elementos: universidades onde estudaram, onde lecionaram, revistas nas quais foram membros do comitê editorial, comitês e organismos nos quais foram assessores. Primeiro foram construídas as redes de casa sociólogo com suas conexões diretas e depois juntaram as 17 redes e construíram a rede sociocêntrica para estudar a conexão e a dispersão entre eles. A pesquisa é um bom exemplo das inúmeras possibilidades de análise de redes que não precisam ser virtuais, elas se estabelecem em ações concretas do cotidiano e podem ser mapeadas e analisadas como qualquer outro fenômeno (link outras informações sobre o trabalho aqui). Vale a pena a leitura!

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Fim da pesquisa!

Nos últimos dois anos, eu trabalhei desenvolvendo a pesquisa "Letramento Digital, Autoria e Colaboração em Rede: Os Professores da Educação Básica e o Papel das Licenciaturas a Distância na Apropriação das Tecnologias Digitais", financiada pelo CNPq. Não vou relatar os meus momentos de desespero com a burocracia para não parecer mal agradecida ao órgão de fomento, mas quase tive um colapso nervoso no final! Quando eu estava no doutorado, eu tinha como um dos objetivos da pesquisa analisar se a modalidade a distância era um diferencial no processo de apropriação tecnológica e letramento digital dos alunos. Como eu precisei antecipar a finalização do doutorado, não tive tempo para aprofundar a pesquisa. O projeto apresentado ao CNPq é uma continuação da minha tese de doutorado e finalizei a pesquisa no mês passado. Durante o processo, criei um blog para divulgar os resultados que encontrei e tornar as informações acessíveis para qualquer pessoa. Os principais pontos da pesquisa estão publicados no blog, assim como o relatório final. Antes mesmo de conseguir um tempo para respirar e dizer "finito", aprovei outra pesquisa no edital Universal do CNPq: "Perfil, práticas e percursos dos professores da Educação Básica com cultura digital consolidada e ações efetivas de autoria e colaboração em rede". O interessante nessa pesquisa é que parte dos sujeitos são pessoas queridas da rede com trabalhos incríveis que merecem ser analisados com profundidade. Vou continuar com o blog de divulgação da pesquisa e tenho três anos pela frente para tentar contribuir, compartilhar e colaborar com o conhecimento sistematizado sobre o tema.

terça-feira, 8 de março de 2011

Mulheres na academia

Já faz um tempinho que eu queria escrever sobre as mulheres na academia, principalmente depois que participei de uma discussão na qual as pessoas afirmavam que existe um preconceito institucional que impedia as mulheres de progredir na carreira acadêmica. Detesto ter que desapontá-los, mas não há. Não estou dizendo que a carreira acadêmica seja fácil para as mulheres, tenho clareza de todas as dificuldades que enfrentamos para conciliar a vida familiar e a academia. Porém, eu trabalhei muitos anos na iniciativa privada em cargos de direção e a minha sensação hoje na Universidade é que estou completamente livre. Eu também vivenciei os problemas da maternidade durante o mestrado, um quadro de pré-eclâmpsia fez com que atrasasse a defesa e na época sequer existia prazos maiores para mulheres grávidas. Na minha área (ciências humanas), os homens são minoria, mas vejo os meus colegas desempenhando tarefas iguais e não conheço mecanismos burocráticos que privilegiam os homens. Obviamente, a academia faz parte da sociedade e as questões sexistas também estarão presentes nas relações. Volta e meia um aluno (ou aluna) diz que a professora agiu assim ou assado porque é mal amada, louca, infeliz no casamento etc. Vivenciando a realidade de um departamento constituído por 97% de mulheres, não posso dizer que sou discriminada. Hoje, via twitter, recebi um link do meu amigo Robson Freire para uma excelente reportagem intitulada Mulheres cientistas ainda sofrem com estereótipos no meio acadêmico. São dados da UNESP e apresentam um panorama da mulher nas universidades com algumas sugestões interessantes para facilitar a nossa vida na academia. Flexibilidade no horário, um local para deixar as crianças nos congressos, incentivos para cargos administrativos, são excelentes propostas. Porém, não concordo com percentuais para mulheres nos editais de pesquisa porque não acredito que o resultado dependerá do gênero do autor. Modernizar o pensamento das agências de fomento colocando pessoas mais inovadoras para substituir o pensamento conservador, pode ser mais eficiente (e urgente) do que apenas criar índices de aprovação para mulheres em projetos e artigos. Rever os sistemas de avaliação dos programas que privilegiam a pesquisa e não o ensino, seria mais interessante para nós, já que as pesquisas indicam que as mulheres estão mais concentradas nas atividades de ensino e orientação. Enfim, a discussão sobre as mudanças necessárias na academia passam também (e não apenas) pela questão de gênero. Como eu disse na lista de discussão, eu seria leviana se concordasse com a existência de entraves institucionais quando eu sei que todas as decisões na academia são realizadas através de discussões e intermináveis reuniões com votação direta. Se o sistema de participação na tomada de decisões já existe, talvez esteja na hora de nós mulheres fazermos melhor uso dele e colocarmos mais mulheres nos níveis decisórios da academia e nas agência de fomento.

sábado, 28 de agosto de 2010

Quando o tamanho é documento

Quando eu fiz vestibular nos idos de mil novecentos e antigamente, mesmo tendo a pontuação necessária para estudar na UFRJ, escolhi a Universidade Federal Fluminense (UFF) porque ficava na minha cidade. A minha amiga de infância optou pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, mesmo tendo que sacolejar no ônibus vermelho da ETC (acho que era essa a sigla) até o Fundão todos os dias. Durante o nosso período na Universidade fui conhecer o Centro de Letras e Artes onde ela estudava e se arrependimento matasse, eu teria sucumbido aos 18 anos! Não era remotamente possível comparar as duas instituições, o tamanho e a estrutura da UFRJ massacravam qualquer tentativa de encontrar alguma vantagem na UFF. É preciso registrar que estou falando da UFF no final da década de 1980, não da estrutura que ela tem hoje. Naquele tempo a pesquisa era inexistente, as bibliotecas diminutas e a própria movimentação universitária era frágil. Claro que eu corrigi o meu erro fazendo a especialização e o mestrado no IPPUR da UFRJ, comprovando que a diferença entre as duas instituições era muito maior do que eu imaginava. Hoje eu percebo a mesma diferença na UFPE, constatando que uma universidade grande faz muita diferença para os professores e para os alunos. A maior parte dos meus alunos está envolvida em algum projeto, quase todos com bolsa. Os professores mais antigos reclamam da estrutura o tempo todo, mas temos laboratórios, uma ampla biblioteca, salas temáticas e cada professor tem a sua sala. Sim, estamos amontoados por falta de espaço, mas eu tenho uma mesa e uma estante com livros. No começo do ano recebi um kit de material de escritório, posso solicitar cópias e resmas de papel ao departamento. No intervalo do almoço eu tenho quatro opções de restaurante, nos quais posso escolher comer arroz integral, frango grelhado e uma variedade de saladas considerável, por um preço camarada. Assim que entrei na Universidade, participei de um edital e ganhei um computador e uma impressora a laser para desenvolver a minha pesquisa. A quantidade de eventos, grupos de estudo, projetos é impressionante, quase não dá para acompanhar. Só durante a semana passada, no auditório que fica no corredor da minha sala (exatamente dez passos de distância), aconteceram três eventos diferentes. O resultado de se trabalhar com condições e liberdade para pesquisar vem rápido: projetos com financiamento aprovados, PIBIC, extensão e publicações. Neste caso, o tamanho faz mesmo muita diferença...

sábado, 7 de agosto de 2010

Projeto de Pesquisa Aprovado no CNPq!

Semana passada saiu o resultado do PIBIC e fiquei toda fofa com a aprovação do meu projeto. Ontem saiu o resultado do Edital 02/2010 do MCT/CNPq/MEC/CAPES (Ciências Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas) e tcham-tcharam... meu projeto foi aprovado, com financiamento! O projeto Letramento Digital, Autoria e Colaboração em Rede: Os professores da Educação Básica e o Papel das Licenciaturas a Distância na Apropriação das Tecnologias Digitais, é a continuação da minha tese de doutorado e tem como objetivo geral investigar as mudanças paradigmáticas na prática docente dos professores da rede pública concluintes de cursos de Licenciatura a distância, a partir da apropriação dos dispositivos tecnológicos e consolidação da cultura digital, através da utilização das ferramentas de autoria da chamada Web 2.0. Segundo o CNPq, foram aprovados 604 projetos de pesquisa para o desenvolvimento científico, social e tecnológico do País, no âmbito das Ciências Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas. Ao todo serão investidos R$ 8 milhões, sendo 50% da CAPES e 50% do CNPq. Mesmo o meu financiamento sendo um ínfima parte dos recursos totais do projeto (mas ainda assim vou poder comprar equipamentos, fazer viagens e contratar serviços de terceiros), estou dançando nas nuvens porque tudo o que sempre acreditei que poderia realizar na minha vida profissional está se concretizando. E muito mais rápido do que eu imaginava!

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Pesquisa de Vento em Popa

O semestre 2010.2 está prometendo, vou conseguir um aumento significativo no volume de pesquisa e publicações. Além da pesquisa aprovada ano passado no edital da Propesq, estou envolvida com o Programa UCA que envolve vários pesquisadores da UFPE e da UFPB. Semana passada consegui aprovação no PIBIC com o projeto Programa um Computador por Aluno: contexto das escolas públicas em Pernambuco e na Paraíba. Além dos pojetos aprovados, ainda estou com duas propostas em fase de análise no CNPq. Todos os projetos de pesquisa estão vinculados ao Grupo Gente (Gupo de Pesquisa em Novas Tecnologias na Educação) e para compartilhar os resultados do nosso trabalho, foi criado um site do grupo. O site ficou lindo (by Amanda Costa, nossa concluinte do curso de Pedagogia), adorei a possibilidade de vincular as redes sociais ao site. Estou com uma carga de disciplinas grande neste semestre, mas já organizei o meu horário para dedicar dois dias integralmente aos projetos. É preciso muita determinação e disciplina para não deixar a rotina prevalecer e impedir a produção acadêmica. Entre barlaventos e sotaventos, o segredo é não ficar à deriva...

sábado, 31 de julho de 2010

A Ciência na Escola

De tempos em tempos aparece um cientista pop, uma espécie de Professor Pardal com uma incrível capacidade de atrair corações e mentes. Em meados dos anos 1980, Carl Sagan era a grande referência, nos anos 1990 apareceu o Stephen Hawking e sua breve história do tempo e, atualmente, a estrela da hora é Michio Kaku. Eu poderia incluir o nosso representante brasileiro, Marcelo Gleiser, mas não tenho certeza se ele se enquadra no perfil pop, assim como Sheldon Cooper - do seriado "The Big Bang Theory"- está fora do ranking por razões óbvias (apesar do episódio com seu debate sobre a teoria das cordas ter me esclarecido muito mais do que muitas palestras sobre o tema). Todos eles escreveram livros tentando tornar a ciência mais "acessível" ao grande público, deram entrevistas em programas de televisão e saíram com frequência em jornais e revistas. A entrevista do renomado físico popstar Kaku traz algumas questões interessantes sobre o que é a ciência, sobre a necessidade de sua permanente divulgação e os seus benefícios para a humanidade. Kaku é categórico ao afirmar (ainda que exageradamente) que a ciência é a única fonte de progresso e das melhorias para a humanidade. Embora eu discorde da neutralidade da ciência e sua capacidade de mudar o mundo sempre de forma positiva, estou de acordo que ela precisa ser acessível. Isso significa que a ciência tem que fazer parte da Educação Básica, o objetivo no ensino das disciplinas da grade curricular deveria ser a sistematização do conhecimento e a construção do pensamento científico. Quando eu estava escrevendo a minha dissertação, eu usava o verbo "achar" a torto e a direito até que um dia o meu orientador me disse: ou você tem certeza e afirma, ou vai embora! Ora, eu passei todo Ensino Fundamental, o Ensino Médio, a Graduação e uma Especialização sem que nenhum professor me corrigisse. Eu "achava" e ganhava dez, quase sempre... Poderíamos pensar que hoje é diferente, afinal os tempos mudaram. Mudaram mesmo, porque os professores continuam repetindo mecanicamente os livros didáticos e não dão conta do volume de informação (muitas equivocadas) que os alunos trazem em suas pesquisas no mundo virtual. Não se consegue sistematizar o volume de informações, as informações não são transformadas em conhecimento e metodologia parece o nome de uma doença de pele que ninguém sabe bem como curar. Enquanto isso, na minha cidade natal, os gestores públicos estão colocando técnicos dentro das salas de aula com cronômetros (deve ser para calcular em quanto tempo eles vão f* de vez com a educação). Kaku está certo, é preciso difundir a ciência para os leigos, mas seria bem melhor se ela fosse propagada ainda na Educação Básica. Aí sim, poderíamos produzir ciência e cientistas.


segunda-feira, 20 de abril de 2009

Bibliotecas Digitais

Acabo de ler que a Unesco vai lançar amanhã em Paris (trés chic, porque não fazem um lançamento na Somália?), a World Digital Library, um site com acesso grátis a livros, mapas, manuscritos, filmes e fotografias raras. É um projeto semelhante ao Google Book Search e a biblioteca virtual Europeana. O objetivo do projeto, segundo a Unesco, é reduzir a exclusão digital, ampliar o conteúdo "não-ocidental" na internet e oferecer conteúdo para ensino on-line.O projeto foi idealizado pela Unesco e outras 32 instituições. Em um primeiro momento, o conteúdo estará disponível principalmente em árabe, chinês, inglês, francês, português, russo e espanhol e haverá conteúdo adicional em outras línguas. Fico imaginando o impacto da sistematização do conhecimento em bibliotecas digitais. Quando eu era criança, minha mãe comprou uma enciclopédia no Círculo do Livro, chamada "Tudo". Aqueles três volumes de capa azul eram a minha única fonte de consulta e, depois de alguns anos, eu já tinha memorizado vários verbetes. Hoje, minhas filhas e meus alunos por mais tempo que passem na frente de um computador não conseguirão dar conta de todas as informações disponíveis. Ainda bem que nós, professores, vamos encontrar algo mais útil para fazer em sala de aula do que repetir as informações da Barsa...



# Eu ando com os nervos em pandarecos por causa da qualificação do doutorado na próxima sexta e, obviamente, a família não colabora, nada funciona direito e o mundo está prestes a acabar... Minha filha adolescente me pede para dar carona para uma festa no sábado à noite, em algum lugar que ela não sabe direito onde é. Deixo os meus procedimentos teórico-metodológicos de lado, respiro fundo e vou fazer meu papel de mãe. Depois de vinte minutos rodando sem achar o endereço, ela telefona para cinco pessoas diferentes que não conseguem explicar com chegar na tal festa. Eu, literalmente surto, e aos berros digo que vamos para casa, que eu não sou palhaça etc e tal. Trecho sui generis do diálogo? Lá vai: - Você passa o dia todo na #@*% do computador, custava encontrar a %&* da rua no Google Mapas e descobrir como chegava na #@!% da festa? Faça alguma coisa útil na Internet ao invés de ficar só no MSN e Orkut!!!! Sim, eu sou uma mãe desbocada, sim, estou surtada e a coitada não tem culpa, mas convenhamos... Até nessa hora tem que lembrar da @#$% do uso das tecnologias???!!!

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Twitter na Educação: uma questão de tempo?

Semana passada eu recebi um pedido, via lista, para responder um questionário da pesquisa da Prof. Raquel Recuero e Gabriela Zago sobre o uso do Twitter como ferramenta. O formulário é bem bacaninha (feito no Google Docs) e as solicitações de participação que eu recebi vieram de três listas diferentes, o que mostra que a rede realmente pode agregar quando "aperta os seus nós". Eu fiquei surpresa com o assunto da pesquisa porque mal consigo me recuperar do Google Talk ou do MSN e já temos pessoas pesquisando o Twitter, que é uma ferramenta nova. Eu relutei em usar o Twitter no começo, não compreendia muito bem a sua funcionalidade. Depois que eu passei a "seguir" blogs de notícias e outras coisitas más, coloquei o Twitter no meu Mozilla e minha vida mudou... Tá, não mudou, mas facilitou. Eu acabei pedindo socorro para Suzana (que tem um blog lindinho) e coloquei um link bem fofinho do meu Twitter aqui no blog. No meu caso, eu uso o Twitter como um resumo das notícias e das informações que eu quero acessar, sem precisar ficar procurando na rede. Carregar as inúmeras páginas dá trabalho e abrir e-mail também, assim o Twitter acaba sendo um híbrido disso tudo. Sem falar no aspecto pessoal, é uma mistura do MSN e Google Talk só que assíncrono! Assim, você recebe a informação, absolutamente casual ou não, e acessa se quiser ler, caso contrário, é só ignorar. Afinal, nada é mais irritante do que estar trabalhando na Internet e ser atacado por uma turba ensandecida que chama a sua atenção só para dizer oi! Assim, achei bem interessante que as pessoas já estejam pesquisando essas novidades e quebrando a cabeça para usar o Twitter com objetivos educacionais. Já existe o edmodo, uma espécie de twitter educacional que permite que o professor envie twittadas diretamente para o aluno, e podemos encontrar vários relatos das experiências de professores que usam o Twitter com seus alunos. Mas o mais interessante disso tudo é que a cada dia surgem novas ferramentas e os professores através de redes (ou não), buscam se apropriar das inovações tecnológicas em favor da educação. Este processo é mais revolucionário e transformador do que qualquer TIC, NTIC, TDIC,(ou qualquer outra sigla) que possa surgir.

Ads Banner

Google Analytics