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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Relatório UNESCO Ciência 2010

O Brasil é destaque no relatório da UNESCO sobre Ciência, publicado a cada cinco anos. Segundo a notícia no site da UNESCO, o objetivo do Relatório é apresentar análises sobre a evolução histórica do setor de ciências por regiões e servir como subsídio complementar para o desenho e avaliação de políticas de ciência e tecnologia nas várias regiões do planeta. O relatório é um espelho do desenvolvimento mundial da ciência.“Ele mostra como a proliferação da informação digital e das tecnologias de comunicação estão modificando cada vez mais a imagem global”, explica a Diretora-geral da UNESCO, Irina Bokova. No Relatório deste ano, o Brasil é o único país da América do Sul a ser contemplado com um capítulo exclusivo, o que mostra a influência e importância regional do país neste campo. Para a América Latina, o documento também dedica um capítulo para Cuba. Outros países que ganharam capítulos específicos foram Canadá, Turquia, Estados Unidos, Irã, Índia, China, Japão e República da Coréia. Não preciso nem dizer que estou sentindo o avanço do Brasil no campo da ciência na minha própria pele, com o financiamento dos meus projetos de pesquisa, bolsas para os meus orientandos, reforma nas instalações da Universidade e no próprio concurso público que possibilitou todas as minhas conquistas.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Liberdade de Informação

Está disponível, na versão em Português, o livro Liberdade de Informação: um Estudo de Direito Comparado de Toby Mendel, publicado pela UNESCO. Segundo a UNESCO, o livro tem tido papel importante ao auxiliar instituições públicas e privadas e os Estados-membros da UNESCO a lidar com a legislação sobre liberdade de informação. A obra apresenta uma visão geral de exemplos concretos de boas práticas nessa área e analisa a legislação sobre a liberdade de informação e o direito a informação de 14 países (quatro a mais em relação à primeira edição), entre Suécia, Uganda, Estados Unidos, México e Reino Unido, destacando aspectos positivos e problemas das leis em vigor ao redor do mundo.O estudo tenta ainda responder a algumas perguntas-chave, como qual seria o teor do direito a informação, se ele pode realmente ser classificado como um direito e como os governos podem aplicá-lo. Por fim, o autor faz uma análise comparativa das várias leis e políticas que dizem respeito ao direito fundamental a informação.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Padrão de Competência em TIC para Professores

A UNESCO está desenvolvendo o Projeto de Padrões de Competência em TIC para Professores (ICT-CST) com o objetivo de avaliar o desenvolvimento profissional do docente na integração das TIC ao ensino e à aprendizagem. O Projeto de Padrões de Competência em TIC para Professores "pretende melhorar a prática dos professores em todas as áreas de trabalho, combinando habilidades em TIC com inovações em pedagogia, currículo e organização escolar. Também se concentra no uso que os professores fazem das habilidades e dos recursos em TIC para melhorar o ensino, colaborar com os colegas e, provavelmente, se tornarem líderes de inovação em suas instituições. O objetivo geral do projeto não se restringe apenas a melhorar a prática docente, mas também fazê-lo de forma a contribuir para um sistema de ensino de mais qualidade, que possa dar prosseguimento ao desenvolvimento econômico e social do seu país". A iniciativa da UNESCO está relacionada com a discussão existente hoje em vários países sobre o desenvolvimento de e-competências (ou e-skills) em alunos e professores. É interessante observar que o documento do Pró-Licenciatura, elaborado em 2005, também sinalizava preocupações e orientações semelhantes. O material está dividido em três módulos disponíveis para download.


Padrões de competência em TIC para professores: marco político - Esta brochura explica a racionalidade, a estrutura e a abordagem do projeto.


Padrões de competência em TIC para professores: diretrizes de implementação; versão 1.0 - Esta brochura fornece detalhes das habilidades específicas a serem adquiridas pelos professores em cada módulo de uso de tecnologia de informação e comunicação (TIC) na educação.


Padrões de competência em TIC para professores: módulos de padrão de competência - Esta brochura mostra os módulos de padrões de competência para o uso da tecnologia de comunicação e informação (TIC) por professores, o qual cruza os componentes da reforma educacional com várias abordagens políticas.

domingo, 1 de novembro de 2009

Professores do Brasil: Pesquisa da UNESCO

A UNESCO patrocinou um estudo sobre a carreira docente no Brasil,intitulado Professores do Brasil: Impasses e Desafios, realizado pelas pesquisadoras Bernardete Gatti, que coordenou o trabalho, e Elba de Sá Barreto, ambas da Fundação Carlos Chagas. Segundo as autoras, o trabalho "pretende oferecer um balanço da situação relativa à formação de professores para a educação básica no Brasil. Procura traçar um panorama sobre os docentes em exercício e as questões pendentes, examinar a legislação e suas oscilações e complementações conjunturais, as condições dos cursos de formação e seu alunado, os modelos especiais de formação para atender à exigência de sua elevação para o nível superior, a formação continuada de professores. Busca ainda abordar questões relativas à carreira e ao salário docentes. O intuito é tentar levar a reflexão sobre a docência e a formação para seu exercício a um plano mais amplo e abrangente, na busca de superação de casuísmos". A pesquisa apresenta dados interessantes sobre a EAD organizados em tabelas e muitas informações estatísticas, embora as análises ofereçam uma visão panorâmica da educação a distância hoje. Ao ler o texto fiquei com a mesma sensação que tive ao terminar a minha tese, parece que o assunto é tão complexo e com tantos fios soltos, que é necessário um documento de mil páginas para dar conta do recado! Para quem está estudando o tema, os dados e as análises servem como um excelente material de referência.


# Curiosidade da publicação - nas páginas iniciais encontrei a seguinte passagem: "As autoras são responsáveis pela escolha e apresentação dos fatos contidos neste livro, bem como pelas opiniões nele expressas, que não são necessariamente as da UNESCO, nem comprometem a Organização. As indicações de nomes e a apresentação do material ao longo deste livro não implicam a manifestação de qualquer opinião por parte da UNESCO a respeito da condição jurídica de qualquer país, território, cidade, região ou de suas autoridades, tampouco da delimitação de suas fronteiras ou limites". Como assim? O estudo e a publicação são patrocinados pela UNESCO (que na apresentação afirma que contratou especialistas renomadas), mas no final das contas não tem nada a ver com isso? Estranho...

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